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sexta-feira, 17 de julho de 2015

Focus - Focus 3 [1972] - Nettherlands / Holanda


1972 é o ano da grande virada para os holandeses do Focus. Excursionam pela Grã-Bretanha, colecionando elogios e casas lotadas: "Eles nem deviam gravar em estúdios, pois são absolutamente perfeitos num palco" (usavam os recursos de estúdio sem exageros), diz o jornal Melody Maker. O single "Sylvia", tirado do álbum duplo aqui postado, "Focus 3", chega ao 1º lugar na parada inglesa e, surpresa das surpresas, na América também. Foi um ano de mudanças: o contido Cyril Havermans deixa o grupo por uma carreira individual. Em seu lugar vem outro agente de transformações, Bert Ruiter, 26 anos, autodidata, nenhuma base clássica mas muito Rock e Pop.

"Focus 3" é uma obra prima do porte de "Moving Waves", com duas músicas que se tornaram sucesso imediato "Love Remembered", muito usada em comercias da época e a citada "Sylvia". Além disso, trazia a épica "Anonymous", longa e elaborada, dividida entre dois lados do LP duplo, que saiu aqui no Brasil pela metade, expurgado de algumas tantas coisas. "Sylvia" é uma balada de Thjis Van Leer solada pela melodiosa guitarra de Jan Akkerman. A estrutura dela é totalmente clássica, como quase tudo que o Focus fez. Há um pouquinho de tudo nela: a citada guitarra, os vocais de fundo e o tradicional órgão Hammond B3. Repare na introdução feita pela guitarra e órgão, essa é a estrutura de toda a música que sofre variações durante o desenvolvimento. Em tempo, a versão que está aqui é integral.

Uma curiosidade: Quando "Focus 3" foi lançado, incluíram a música "House Of The King" como última faixa, mas nem Bert Ruiter nem Pierre Van Der Linden tocaram nela, pois era uma versão gravada em 1969 para o álbum "In and Out of Focus").

Tracks:
1. Round Goes To Gossip (5:12)
2. Love Remembered (2:50)
3. Sylvia (3:31)
4. Carnival Fugue (6:09)
5. Focus III (6:05)
6. Answers? Questions! Questions? Answers! (13:48)
7. Elspeth Of Nottingam (3:10)
8. Anonymous Two (26:24)
Time: 67:00

Musicians:
- Jan Akkerman / solo & acoustic guitars 
- Bert Ruiter / bass 
- Pierre van der Linden / drums 
- Thijs van Leer / vocal, organ, piano, alto flute, piccolo, harpsichord

Format: mp3 (320 kbps) = 157 mb = Yandex

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Finch - Beyond Expression [1976] - Netherlands / Holanda


"Beyond the Expression" é o segundo trabalho do grupo holandês Finch. Possui três faixas longas onde a banda retorna a demonstrar todo seu potencial técnico.  Pouco mais de 43 minutos muito bem aproveitados em razão de sua competência criativa e natureza experimental, mesclando o progressivo e ritmos de Jazz numa Fusion muito bem temperada. A textura de suas obras caracteriza-se pela fluidez através de melódicas introduções, contrapontos cadenciados aos acordes de guitarra e teclados que gradativamente evoluem à passagens dinâmicas variadas ora riffs ao melhor estilo do Rock clássico ou diálogos de teclados ajustados nos solos de puro virtuosismo de Joop, para então retomar interlúdios singelos de belas melodias, como num processo de exercícios vigorosos, acontecem para recuperar o folego. Os solos se alternam com a mesma categoria, Determeijer é um mago dos teclados. Então democraticamente, ambos exibem-se a seu tempo, enriquecendo os temas com muita propriedade. Harmônico ao longo das interpretações destas belas composições de Joop, este processo de ritmos intensos combinados a lindas melodias, proporciona uma atmosfera bem balanceada que sempre funciona.

O disco começa com "A Passion Condensed" que tem o sintetizador inicial um pouco áspero, embora a guitarra é satisfatória e a seção rítmica está em overdrive para grande parte da peça. O lado mais suave do FINCH surge ao meio, talvez para oferecer ao ouvinte uma trégua do rápido Jazz-Rock que preencheu os primeiros oito minutos. O trabalho de guitarra mordaz está muito forte, voando como um beija-flor na parte superior com uma progressão de acordes idêntica a "Breathe", de PINK FLOYD.

"Scars on the Ego" A segundo e mais curta peça oferece ao tecladista uma oportunidade de brilhar através de várias texturas sonoras, e, felizmente, o guitarrista mostra suas capacidades mais plácidas. Embora o solo de guitarra elétrica ainda está cheio de atividade, que serve bem como uma redução gradual.

"Beyond the Bizarre" gentil e melódica, talvez a mais sólido das três composições, porque mesmo quando se torna mais pesada, não é perfurada com guitarras de "fogo rápido". Na verdade, o protagonista infunde a peça com curvas adequadas e frases que acentuam as mudanças rítmicas. A presença dos teclados são uma reminiscência de "Cinema Show" do GENESIS.

O grupo deve ter em seu conterrâneo Jan Akkerman, um ídolo e um exemplo para ser seguido, é possível também associar sua estética melódica ás obras do Camel, tudo muito salutar e bastante agradável de se ouvir. Finch, ao longo desse álbum, deixa patente um profundo conhecimento e pleno domínio de diversas técnicas. Pode trazer seu trabalho à semelhança de grandes ícones do gênero, entretanto exibem personalidade e consistência suficientes à sua própria identidade como referência de qualidade, sobretudo a nobre arte da qual são ilustres  representantes, pérolas do universo extremamente laboral e criativo do rock progressivo. Boa audição!


Tracks:
1. A Passion Condensed (20:05)
2. Scars On The Ego (8:51)
3. Beyond The Bizarre (14:24)
Time: 43:20

Musicians:
- Cleem Determeijer / keyboards
- Beer Klaasse / drums
- Joop Van Nimwegen / guitars
- Peter Vink / bass

Format: mp3 (320 kbps) = 101 mb = Yandex

Finch - Glory Of The Inner Force [1975] - Netherlands / Holanda

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Arkus - 1914 [1981] - Netherlands / Holanda


Banda holandesa oriunda de Utrecht, formada em algum momento da década de 70 e tendo uma boa atividade em shows ao vivo durante esse tempo. Em 1981 ARKUS com Frans Smits nos vocais/guitarra, Ron Willems na guitarra, Jan-Henk Wiggelinkhuizen no órgão e sintetizadores, John Bouwman no baixo/vocais e Erik van Duin na bateria/vocal entrou nos estúdios SR em Bodegraven, trabalhando duro por seis dias para gravar seu álbum de estréia, inspiradas pelo poeta holandês Bert Voeten. O resultado foi o álbum "1914", lançado como um trabalho independente. 

Envolvido em uma atmosfera muito sensível ARKUS possui um trabalho orientado ao Rock Sinfônico do rock com ênfase em toques de guitarra suave, solos melódicos e elaborados arranjos. Levemente parecidos e inlfuenciados por CAMEL com solos dramáticos em uma seção rítmica sólida em background. Os trabalhos de teclado de Wiggelinkhuizen ficam em segundo plano, assim, enchendo os espaços vazios para os guitarristas e ocasionalmente oferecendo algumas passagens prazerosas. Os vocais também agradáveis são em Inglês e a banda se entrega com coração e emoção em um estilo sensível.

ARKUS logo foram abandonadas pelo gerente com grandes dívidas financeiras em suas costas, acabou retardando sua carreira, embora a banda continuou tocando em concertos. No início dos anos 90, num momento em que a banda estava de volta, "1914" foi reeditado em formato CD pela SI Músic com algumas faixas bônus gravadas em seus primeiros dias.

Tracks:
1. Ouverture (4:09)
2. Life (7:34)
3. Scared (6:38)
4. No Chance (8:19)
5. Adorable Woman (6:06)
6. 1914 (5:40)
Total time: 38:26

Musicians:
- Frans Smits / vocals, guitars
- Ron Willems / guitars
- Jan-Henk Wiggelinkhuizen / strings, organ, synthesizers
- John Bouwman / bass, vocals
- Erik van Duin / drums, percussion, vocals

Format: mp3 (256 kbps) = 90 mb = Torrent

sábado, 31 de maio de 2014

Earth and Fire - Song of the Marching Children [1971] [REMASTERED WITH BONUS TRACK] - Netherlands / Holanda


Earth and Fire foi uma banda que teve uma série de canções de sucesso, mas ao mesmo tempo criou uma música progressiva e sinfônica, como a longa suíte lado presente neste disco. Os vocais femininos são muito bons, e o uso "largo" e amplo de mellotron só aumenta o prazer sobre ouvir a banda !

Esse segundo disco abre com "Carnaval Of The Animais", contendo um órgão dirigindo uma melodia cativante com belos vocais que lembram os anos sessenta. 

"Ebtide", possui uma trilha agradável com efeitos de guitarra e flautas.

"Storm and Thunder" abre com órgão de igreja, seguido por ondas de mellotron que continuam como os vocais entrando num ritmo lento. Aos 4 minutos se intensifica com mais inundações de mellotron. Grande canção! O título é tão obscuro quanto a música. Novamente vocais usando um amplo espectro da voz, a música se transforma em uma verdadeira obra-prima.

O instrumental "In the Mountain" é um pouco ingênuo. Ainda assim, o bom trabalho realizado com a guitarra impedira que ele fosse fraca.

A faixa-título: "Song of the Marching Children", de 18 minutos, parece a versão 2.0 de "Storm and Thunder", mais complexa, com mais Mellotrons, temas mais musicais, mais atmosferas e mais extravagância! A introdução é um pouco longa. Uma sinfonia de Mellotrons é usado neste música. É tão forte como um tema principal de um épico pode ser! A banda explora este achado agradável com muita paciência. Esta canção é o destaque da carreira de banda, a razão pela qual será lembrado em qualquer site progressivo Como todos os bons épicos.

Conclusão: Importante album sinfônico, atmosférico desses holandeses. Um grande resultado da descoberta do mellotron. E por último, o destaque de Jerney Kaagman que realmente sabe atuar em boas músicas!

Release / Label:
Polydor ‎– 589 811-2 - Netherlands. 2002

Tracks:
1. Carnival of the animals (2:42) 
2. Ebbtide (3:06) 
3. Storm and thunder (6:25) 
4. In the mountains (3:00) 
5. Song of the marching children (18:20) 
...a) Theme of the marching children - 2:20 
...b) Opening the seal - 1:10 
...c) Childhood - 3:10
...d) Affliction - 1:30
...e) Damnation - 2:53 
...f) Purification - 4:17 
...g) The march - 3:02 
Bonus tracks on Polydor cd release: 
6. Lost forever (2:48) 
7. Invitation (3:50) 
8. Song for the marching children (single version) (4:08)
Total Time: 44:28

Musicians:
- Jerney Kaagman / lead vocals 
- Ton van de Kleij / drums, percussion 
- Chris Koerts / guitar, backing vocals 
- Gerard Koerts / organ, piano, Mellotron, backing vocals 
- Hans Ziech / bass

Format: mp3 (320 kbps) = 105 mb = Yandex / depositfiles / pass = makina

Earth and Fire - Earth and Fire [REMASTERED + BONUS TRACKS] [1970] - Netherlands / Holanda


Um dos melhores álbuns de estreia favoritos da Holanda, o auto-intitulado "Earth and Fire", é um álbum basicamente orientado por riffs pesados, guitarra e órgão dominando com vocais femininos e masculinos.

A banda viria a se tornar uma banda de rock progressivo mais sofisticada e sinfônica, e nesta época apenas mais um conjunto de músicos orientados ao Acid-Rock Psicodélico, como uma versão crocante do Jefferson Airplane, com influências de PINK FLOYD nas atmosferas nebulosas. 

Cada faixa tem um som enérgico e cheio de vitalidade. A vocalista feminina Jerney Kaagman é uma comandante, resistente (enquanto ainda permanecem muito feminina e sexy) e extremamente charmosa e o ponto focal do grupo. 

Há tantas riffs cativantes e toques psicodélicos espalhados entre as faixas, toda cheia de melodias memoráveis ​​e charme bruto.

A partir dos primeiros segundos de "Wild and Exciting", há uma abertura de riffs hard rock e vocais poderosos e ácidos. Jerney dá um "soco" direto na cara! Um abertura melódica que prende a atenção imediatamente com o seu poder, um Rock cativante e viciante cheio de lamentados solos de guitarra!

A otimista "Twilight Dreamer" é vaga e psicodélica, com uma guitarra acústica forte e vocais masculino/feminino, Órgão cintilante adorável.

"Ruby Is The One" parece ser uma espécie de super-sexy hino lésbico. Um  pop-rock com um refrão matador. Não é surpresa que foi escolhido como um single do álbum, feito com um B-Side igualmente impertinente "Mechanical Lover"

"You Know The Way" Começa com vocais masculinos misteriosos, a canção logo deriva em uma balada acústica sonhadora e reflexiva com uma vantagem, o excelente vocal de Jerney. Em certo mmento a guitarra e órgão "caem matando".

O riff pesado de "Vivid Shady Land" é apaixonante, com Groovys de guitarra agressivos e vocais masculinos fortes. A seção intermediária é muito influenciada pela fase final dos anos 60 e início dos 70 do Pink Floyd com um órgão triste e efeitos de guitarra espacial criando uma ruptura muito flutuante no  ambiente. É tudo cheio de energia muito edificante.

Ambas "21st Century Show" and "Seasons" soam como Jefferson Airplane, mais uma vez vocais masculinos efemininos. A guitarra frenética impulsiona um órgão enlouquecedor, bombeando baixo e percussão como um raio antes de um desvio acústico jazzificado no meio com uma flauta maravilhosamente atmosférica. Já "Seasons" tem um som pesado de um pop ácido, com Jerney, flauta e violão juntos. Seu lindo vocal melancólico carrega a música através de uma pensamentos reflexivos.

A suja e sexy de sete minutos "Love Quivers" tem riffs mais robustos, bateria parecendometralhadoras, explosões em coro vocal e duas explosões de órgãos espaciais alucinantes. Os primeiros álbuns de Eloy, Jane e Grobschnitt tem explosões no mesmo molde. Toda a banda tem muitos momentos de destaque. É provavelmente a peça que mais aponta para a direção progressivo sinfônico da banda utilizaria no proximo álbum.

O álbum termina com uma balada linda de acidez acústica "What's Your Name", com vocais masculinos frágeis e flauta suave.

A versão remasterizada em CD tem um monte de faixas bônus fantásticas,  que destacam a sua mudança de psych/ácido/rock para um estilo mais progressivo. "Hazy Paradise", "Mechanical Lover",  e o Mellotron que alimenta todo o ambiente de "Memories".

Release / Label:
Repertoire Records ‎– REP 4318-WY - Germany, 1993

Tracks:
1. Wild and exciting (4:27) 
2. Twilight dreamer (4:16) 
3. Ruby is the one (3:26) 
4. You know the way (3:46) 
5. Vivid shady lady (4:11) 
6. 21st century show (4:14) 
7. Seasons (4:08) 
8. Love quiver (7:36) 
9. What's your name (3:36) 
Bonus Tracks:
10. Mechanical Lover (single B-side,1970) (Chris Koerts) - 2:15
11. Hazy Paradise (single B-side,1970) (Chris Koerts/Hans Ziech) - 3:44
12. Memories (single A-side,1972) (Chris Koerts/Gerard Koerts/Hans Ziech) - 3:19
13. Invitation (single A-side,1971) (Chris Koerts) - 3:46
14. From The End Till The Beginning (single B-side,1972) (Chris Koerts/Gerard Koerts/Hans Ziech) - 4:53
15. Storm And Thunder (single A-side,1971) - 2:45 (Track 15 is miscredited on back and inner sleeve as "Lost Forever" (which was the B-side of "Storm And Thunder")
16. Song Of The Marching Children (single B-side,1971) (Chris Koerts) - 4:04
17. Thanks For The Love (single A-side,1975) (Chris Koerts/Hans Ziech) - 3:36
18. What Differences Does It Make (single A-side,1976) (Chris Koerts/Hans Ziech) - 3:07
Total Time: 72:02

Musicians:
- Jerney Kaagman / lead vocals 
- Ton van de Kleij / drums 
- Chris Koerts / guitar 
- Gerard Koerts / guitar, keyboards 
- Hans Ziech / bass

Format: mp3 (320 kbps) = 168 mb = Narod

terça-feira, 27 de maio de 2014

Odyssice - Silence [2010] - Netherlands / Holanda


Not the most prolific of bands, Silence is only the third album from Dutchmen Odyssice since releasing their debut titled Impression in 2000. It would seem not a lot has changed in the Odyssice camp since then as Silence continues in that vein of melodic symphonic prog.

Odyssice are widely regarded as being similar to Camel, a view I wouldn't disagree with. This is too a large part down to guitarist Bastiaan Peeters soaring Andy Latimer style lead work but they also tread a similar path of easy on the ear melodic prog. This may lead some to find the band's sound a little dull and if Sleepytime Gorilla Museum are your thing, then unless you have wide ranging tastes Odyssice probably aren't for you.

Silence is however pretty good, well played and whilst their sound largely centre's around Peeters guitar work there's also a strong keyboard presence, less retro sounding than you might expect from a band like this. The seven instrumental compositions are all enjoyable enough but could do with a bit more variety with nothing standing out as exceptional to lift it above the average. I do enjoy Peeters lead work in particular though, the rest of the band laying a solid foundation as he soars away over the top, which he does throughout.

A good album then which could benefit if only they'd take the bull by the horns a bit and rock out a bit more, like even Camel do at times. This they do to a degree on final track Swank but it's a case of too little, too late. However, if it's not their thing then fair play to them.



Tracks:
1. 21 (8:06)
2. Memento (6:07)
3. Chinese Waters (7:12)
4. Colours Of Silence (6:49)
5. Flags Without A Heart (9:13)
6. Continental Motion (10:38)
7. Swank (5:45)
Total Time: 54:10

Musicians:
- Bastiaan Peeters / guitars
- Menno Boomsma / drums, flute
- Jeroen Van der Wiel / keyboards
- Peter Kosterman / bass

Format: mp3 (320 kbps) = 137 mb = Yandex / pass = progsounds
Format: flac (tracks + cue) = 349 mb = Yandex / pass = progsounds

terça-feira, 22 de abril de 2014

Coda - Sounds Of Passion: The Album - The Demos - 21th Anniversary Edition [1986 / 2007] - Netherlands / Holanda


Maravilhoso álbum. A guitarra harmoniosa e "chorada" por muitas vezes lembra o trabalho de Andy Latimer do CAMEL, seguido de flautas, teclados, sintetizadores e ótimas sequências instrumentais. Surgido na década de 80, o holandês CODA, nos brindou com essa obra prima conceitual que aborda os sons da paixão, com narrativas e poucos momentos vocais que complementam o álbum com maestria. Não perca essa jóia do prog !!!! Essa versão apresenta algumas versões demo e singles (algo raro para uma banda prog).

Release / Label:
PSEUDONYM - CDP 1086 [2007]

Track Listing:
disc 1: Sounds Of Passion: The Album
1. Sounds of Passion: [29:06]
a) Prologue 2:16 
b) 1st movement 7:10 
c) 2nd movement 4:05 
d) 3rd movement 5:35
e) 4th movement - Finale 10:00 
2. Crazy fool and dreamer [4:25 ]
3. Defended [6:43]
4. Sounds Of Passion 4th [single version] [4:43]
5. Sounds Of Passion 3rd [single version] [2:28]
6. Crazy fool and dreamer [single remix] [4:24]
7. Central Station [2:06]
8. Reverberating Sounds [4:03]
Total Time: 57:00

disc 2: Sounds Of Passion; The Demos
1. Sounds of Passion [demo version]: [31:25]
a) Prologue 3:07
b) 1st movement 7:33 
c) 2nd movement 4:06 
d) 3rd movement 6:53
e) 4th movement - Finale 9:43
2. Nevermore (The Proud Tower I) [demo version] [4:25]
3. Dance In The Mirror (Defended) [demo version] [6:53]
4. True Melody  (The Proud Tower II) [demo version] [3:19]
5. Crazy fool and dreamer [demo version] [4:31]
6. What A Symphony  [part 1] [demo version] [4:48]
7. What A Symphony  [part 2] [demo version] [5:16]
8. Reverberating Sounds [demo version] [2:52]
Total Time: 62:09

Line-up:
- Mark Eshuis / drums, xylophone, tympani 
- Jacky van Tongeren / bass, backing vocals 
- Erik de Vroomen / keyboards, bass pedals, percussion, backing vocals special effects 
- Jack Witjes / lead vocals, guitars 
+ Auke de Haan / alto sax 
- Pip van Steen / flute, piccolo, recorder

Format: mp3 (320 kbps) =  285 MB = Yandex / pass = makina

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