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sexta-feira, 17 de julho de 2015

Focus - Focus 3 [1972] - Nettherlands / Holanda


1972 é o ano da grande virada para os holandeses do Focus. Excursionam pela Grã-Bretanha, colecionando elogios e casas lotadas: "Eles nem deviam gravar em estúdios, pois são absolutamente perfeitos num palco" (usavam os recursos de estúdio sem exageros), diz o jornal Melody Maker. O single "Sylvia", tirado do álbum duplo aqui postado, "Focus 3", chega ao 1º lugar na parada inglesa e, surpresa das surpresas, na América também. Foi um ano de mudanças: o contido Cyril Havermans deixa o grupo por uma carreira individual. Em seu lugar vem outro agente de transformações, Bert Ruiter, 26 anos, autodidata, nenhuma base clássica mas muito Rock e Pop.

"Focus 3" é uma obra prima do porte de "Moving Waves", com duas músicas que se tornaram sucesso imediato "Love Remembered", muito usada em comercias da época e a citada "Sylvia". Além disso, trazia a épica "Anonymous", longa e elaborada, dividida entre dois lados do LP duplo, que saiu aqui no Brasil pela metade, expurgado de algumas tantas coisas. "Sylvia" é uma balada de Thjis Van Leer solada pela melodiosa guitarra de Jan Akkerman. A estrutura dela é totalmente clássica, como quase tudo que o Focus fez. Há um pouquinho de tudo nela: a citada guitarra, os vocais de fundo e o tradicional órgão Hammond B3. Repare na introdução feita pela guitarra e órgão, essa é a estrutura de toda a música que sofre variações durante o desenvolvimento. Em tempo, a versão que está aqui é integral.

Uma curiosidade: Quando "Focus 3" foi lançado, incluíram a música "House Of The King" como última faixa, mas nem Bert Ruiter nem Pierre Van Der Linden tocaram nela, pois era uma versão gravada em 1969 para o álbum "In and Out of Focus").

Tracks:
1. Round Goes To Gossip (5:12)
2. Love Remembered (2:50)
3. Sylvia (3:31)
4. Carnival Fugue (6:09)
5. Focus III (6:05)
6. Answers? Questions! Questions? Answers! (13:48)
7. Elspeth Of Nottingam (3:10)
8. Anonymous Two (26:24)
Time: 67:00

Musicians:
- Jan Akkerman / solo & acoustic guitars 
- Bert Ruiter / bass 
- Pierre van der Linden / drums 
- Thijs van Leer / vocal, organ, piano, alto flute, piccolo, harpsichord

Format: mp3 (320 kbps) = 157 mb = Yandex

Focus - Focus 3 [1972] - Nettherlands / Holanda


1972 é o ano da grande virada para os holandeses do Focus. Excursionam pela Grã-Bretanha, colecionando elogios e casas lotadas: "Eles nem deviam gravar em estúdios, pois são absolutamente perfeitos num palco" (usavam os recursos de estúdio sem exageros), diz o jornal Melody Maker. O single "Sylvia", tirado do álbum duplo aqui postado, "Focus 3", chega ao 1º lugar na parada inglesa e, surpresa das surpresas, na América também. Foi um ano de mudanças: o contido Cyril Havermans deixa o grupo por uma carreira individual. Em seu lugar vem outro agente de transformações, Bert Ruiter, 26 anos, autodidata, nenhuma base clássica mas muito Rock e Pop.

"Focus 3" é uma obra prima do porte de "Moving Waves", com duas músicas que se tornaram sucesso imediato "Love Remembered", muito usada em comercias da época e a citada "Sylvia". Além disso, trazia a épica "Anonymous", longa e elaborada, dividida entre dois lados do LP duplo, que saiu aqui no Brasil pela metade, expurgado de algumas tantas coisas. "Sylvia" é uma balada de Thjis Van Leer solada pela melodiosa guitarra de Jan Akkerman. A estrutura dela é totalmente clássica, como quase tudo que o Focus fez. Há um pouquinho de tudo nela: a citada guitarra, os vocais de fundo e o tradicional órgão Hammond B3. Repare na introdução feita pela guitarra e órgão, essa é a estrutura de toda a música que sofre variações durante o desenvolvimento. Em tempo, a versão que está aqui é integral.

Uma curiosidade: Quando "Focus 3" foi lançado, incluíram a música "House Of The King" como última faixa, mas nem Bert Ruiter nem Pierre Van Der Linden tocaram nela, pois era uma versão gravada em 1969 para o álbum "In and Out of Focus").

Tracks:
1. Round Goes To Gossip (5:12)
2. Love Remembered (2:50)
3. Sylvia (3:31)
4. Carnival Fugue (6:09)
5. Focus III (6:05)
6. Answers? Questions! Questions? Answers! (13:48)
7. Elspeth Of Nottingam (3:10)
8. Anonymous Two (26:24)
Time: 67:00

Musicians:
- Jan Akkerman / solo & acoustic guitars 
- Bert Ruiter / bass 
- Pierre van der Linden / drums 
- Thijs van Leer / vocal, organ, piano, alto flute, piccolo, harpsichord

Format: mp3 (320 kbps) = 157 mb = Yandex

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Trace - Birds [REMASTERED + BONUS TRACKS] [1975] - Netherlands / Holanda



Assim como o seu primeiro disco, esse registro é extremamente valioso. Considerando que o álbum anterior coloca a ênfase no virtuosismo dos membros da banda, este destaca a habilidade de Rick em arranjar a música para um grau ainda maior. Normalmente a sua música soa tão boa e natural que a habilidade que tem para a criação da faixa passa quase despercebida: alguns Hammond aqui, um fluff de cravo lá, um pouco de mellotron no fundo passando. E não é apenas o uso de instrumentos, a sua assinatura especial estende-se também à sua utilização de harmonia, a maneira como ele estrutura as melodias, fá-lo muito reconhecível. O ponto alto deste álbum é a suíte "Birds", que consiste de vários movimentos mais curtos amarrados juntos, com Rick utilizando uma série de instrumentos diferentes, incluindo o órgão de igreja. "Bourree" e "Snuff" são faixas de alta energia com um papel-chave para o Hammond (em "Bourree" Rick combina Bach com um roadie imitando um macaco), "Janny (In A Mist)" é uma curta peça de piano solo deliciosamente desempenhada, ao passo que a faixa "Penny" é um trio sensível para piano, baixo e bateria. Rick duela com Darryl Way, que é o "ator" convidado em "Opus 1065", uma peça baseada no "Concerto para 4 cravos e cordas em Lá menor" de Bach. Se você adicionar a este duas faixas bônus, um bio em profundidade da banda no livreto, esta versão é muito bom para deixá-lo passar por você.


Tracks:
1. Bourree (2:27) 
2. Snuff (2:28) 
3. Janny (In A Mist) (1:15) 
4. Opus 1065 (7:46) 
5. Penny (2:53) 
6. Trixie-Dixie (0:38) 
7. King-Bird (22:01) 
8. Birds (Short Edit) (3:41) 
9. Tabu (Second Version) (4:14)
Time: 47:23

Musicians:
- Rick Van Der Linden / keyboards 
- Jaap Van Eik / bass, guitar, vocals 
- Ian Mosley / drums, timpani, gong, tambourine 
+
GUESTS: 
- Darry Way / acoustic & electric violin on 4 
- Coen Hoedeman / assorted monkeys on 1

Format: mp3 (320 kbps) = 110 mb = Yandex

Trace - Birds [REMASTERED + BONUS TRACKS] [1975] - Netherlands / Holanda

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Finch - Galleons Of Passion [1977] - Netherlands / Holanda




Este é o álbum mais completo e o mais sinfônico da banda holandesa Finch, tendo uma sonoridade menos frenética e intricada como pode-se conferir nos dois discos anteriores. Infelizmente o disco foi lançado na mesma época em que a onda Punk varreu a música de qualidade para debaixo do tapete. O disco foi afundado num oceano de esquecimento musical, prejudicando a compreensão da sua maravilha em essência. Os Progfans, no entanto devem conferir este álbum sem relutar, porque mostra o Finch no seu melhor. Os sons de teclado escolhidos pelo recém-chegado Ad Wammes tem um som mais rico e mais completo, tão adorado pelos amantes de Prog-Rock. A guitarra de Joop van Nimwegen é simplesmente soberba. Para aqueles que são seduzidos pelo famoso stereo-sound do baixo Rickenbacker , não vão ficar desapontados com os toques sólidos de Peter Vink. O balanço do grupo foi alterado e isso se deve ao baixista, tão acostumado a ser inspirado por Chris Squire e que realmente está mais solto neste álbum

Como sempre acontece com o Finch, o álbum é totalmente instrumental. Desta vez, as influências cross-over de Jazz-Rock e Canterbury  Sound são menos evidentes. Este é um álbum que soa muito mais harmonicamente acessível e que pode facilmente competir com os melhores discos de Camel ou Focus. Os temas são todos mais francos e diretos do que em seus dois álbuns anteriores. Pode-se dizer que o álbum é uma obra-prima negligenciada.

É o meu disco favoritos do Finch e vai agradar em cheio os amantes de Prog-Rock Sinfônico com solos de guitarra inesquecíveis. Recomendadíssimo !!!



Tracks:
1. Unspoken Is The Word (7:52)
2. Remembering The Future (4:22)
3. As One (4:44)
4. With Love As The Motive (9:15)
5. Reconciling (8:29)
Time: 34:42

Musicians:
- Hans Bosboom / drums, percussion
- Joop van Nimwegen / guitars, Cabasa
- Peter Vink / bass guitars, Cowbell
- Ad Wammes / keyboards, flute

___________________________

Format: ape (image) = 225 mb = Mega / pass = makina
Format: mp3 (320 kbps) = 83 mb = Yandex / pass = progsounds

Finch - Galleons Of Passion [1977] - Netherlands / Holanda


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Finch - Beyond Expression [1976] - Netherlands / Holanda


"Beyond the Expression" é o segundo trabalho do grupo holandês Finch. Possui três faixas longas onde a banda retorna a demonstrar todo seu potencial técnico.  Pouco mais de 43 minutos muito bem aproveitados em razão de sua competência criativa e natureza experimental, mesclando o progressivo e ritmos de Jazz numa Fusion muito bem temperada. A textura de suas obras caracteriza-se pela fluidez através de melódicas introduções, contrapontos cadenciados aos acordes de guitarra e teclados que gradativamente evoluem à passagens dinâmicas variadas ora riffs ao melhor estilo do Rock clássico ou diálogos de teclados ajustados nos solos de puro virtuosismo de Joop, para então retomar interlúdios singelos de belas melodias, como num processo de exercícios vigorosos, acontecem para recuperar o folego. Os solos se alternam com a mesma categoria, Determeijer é um mago dos teclados. Então democraticamente, ambos exibem-se a seu tempo, enriquecendo os temas com muita propriedade. Harmônico ao longo das interpretações destas belas composições de Joop, este processo de ritmos intensos combinados a lindas melodias, proporciona uma atmosfera bem balanceada que sempre funciona.

O disco começa com "A Passion Condensed" que tem o sintetizador inicial um pouco áspero, embora a guitarra é satisfatória e a seção rítmica está em overdrive para grande parte da peça. O lado mais suave do FINCH surge ao meio, talvez para oferecer ao ouvinte uma trégua do rápido Jazz-Rock que preencheu os primeiros oito minutos. O trabalho de guitarra mordaz está muito forte, voando como um beija-flor na parte superior com uma progressão de acordes idêntica a "Breathe", de PINK FLOYD.

"Scars on the Ego" A segundo e mais curta peça oferece ao tecladista uma oportunidade de brilhar através de várias texturas sonoras, e, felizmente, o guitarrista mostra suas capacidades mais plácidas. Embora o solo de guitarra elétrica ainda está cheio de atividade, que serve bem como uma redução gradual.

"Beyond the Bizarre" gentil e melódica, talvez a mais sólido das três composições, porque mesmo quando se torna mais pesada, não é perfurada com guitarras de "fogo rápido". Na verdade, o protagonista infunde a peça com curvas adequadas e frases que acentuam as mudanças rítmicas. A presença dos teclados são uma reminiscência de "Cinema Show" do GENESIS.

O grupo deve ter em seu conterrâneo Jan Akkerman, um ídolo e um exemplo para ser seguido, é possível também associar sua estética melódica ás obras do Camel, tudo muito salutar e bastante agradável de se ouvir. Finch, ao longo desse álbum, deixa patente um profundo conhecimento e pleno domínio de diversas técnicas. Pode trazer seu trabalho à semelhança de grandes ícones do gênero, entretanto exibem personalidade e consistência suficientes à sua própria identidade como referência de qualidade, sobretudo a nobre arte da qual são ilustres  representantes, pérolas do universo extremamente laboral e criativo do rock progressivo. Boa audição!


Tracks:
1. A Passion Condensed (20:05)
2. Scars On The Ego (8:51)
3. Beyond The Bizarre (14:24)
Time: 43:20

Musicians:
- Cleem Determeijer / keyboards
- Beer Klaasse / drums
- Joop Van Nimwegen / guitars
- Peter Vink / bass

Format: mp3 (320 kbps) = 101 mb = Yandex

Finch - Beyond Expression [1976] - Netherlands / Holanda


"Beyond the Expression" é o segundo trabalho do grupo holandês Finch. Possui três faixas longas onde a banda retorna a demonstrar todo seu potencial técnico.  Pouco mais de 43 minutos muito bem aproveitados em razão de sua competência criativa e natureza experimental, mesclando o progressivo e ritmos de Jazz numa Fusion muito bem temperada. A textura de suas obras caracteriza-se pela fluidez através de melódicas introduções, contrapontos cadenciados aos acordes de guitarra e teclados que gradativamente evoluem à passagens dinâmicas variadas ora riffs ao melhor estilo do Rock clássico ou diálogos de teclados ajustados nos solos de puro virtuosismo de Joop, para então retomar interlúdios singelos de belas melodias, como num processo de exercícios vigorosos, acontecem para recuperar o folego. Os solos se alternam com a mesma categoria, Determeijer é um mago dos teclados. Então democraticamente, ambos exibem-se a seu tempo, enriquecendo os temas com muita propriedade. Harmônico ao longo das interpretações destas belas composições de Joop, este processo de ritmos intensos combinados a lindas melodias, proporciona uma atmosfera bem balanceada que sempre funciona.

O disco começa com "A Passion Condensed" que tem o sintetizador inicial um pouco áspero, embora a guitarra é satisfatória e a seção rítmica está em overdrive para grande parte da peça. O lado mais suave do FINCH surge ao meio, talvez para oferecer ao ouvinte uma trégua do rápido Jazz-Rock que preencheu os primeiros oito minutos. O trabalho de guitarra mordaz está muito forte, voando como um beija-flor na parte superior com uma progressão de acordes idêntica a "Breathe", de PINK FLOYD.

"Scars on the Ego" A segundo e mais curta peça oferece ao tecladista uma oportunidade de brilhar através de várias texturas sonoras, e, felizmente, o guitarrista mostra suas capacidades mais plácidas. Embora o solo de guitarra elétrica ainda está cheio de atividade, que serve bem como uma redução gradual.

"Beyond the Bizarre" gentil e melódica, talvez a mais sólido das três composições, porque mesmo quando se torna mais pesada, não é perfurada com guitarras de "fogo rápido". Na verdade, o protagonista infunde a peça com curvas adequadas e frases que acentuam as mudanças rítmicas. A presença dos teclados são uma reminiscência de "Cinema Show" do GENESIS.

O grupo deve ter em seu conterrâneo Jan Akkerman, um ídolo e um exemplo para ser seguido, é possível também associar sua estética melódica ás obras do Camel, tudo muito salutar e bastante agradável de se ouvir. Finch, ao longo desse álbum, deixa patente um profundo conhecimento e pleno domínio de diversas técnicas. Pode trazer seu trabalho à semelhança de grandes ícones do gênero, entretanto exibem personalidade e consistência suficientes à sua própria identidade como referência de qualidade, sobretudo a nobre arte da qual são ilustres  representantes, pérolas do universo extremamente laboral e criativo do rock progressivo. Boa audição!


Tracks:
1. A Passion Condensed (20:05)
2. Scars On The Ego (8:51)
3. Beyond The Bizarre (14:24)
Time: 43:20

Musicians:
- Cleem Determeijer / keyboards
- Beer Klaasse / drums
- Joop Van Nimwegen / guitars
- Peter Vink / bass

Format: mp3 (320 kbps) = 101 mb = Yandex

Finch - Glory Of The Inner Force [1975] - Netherlands / Holanda



FINCH é um grande grupo instrumental holandês cuja história começou, como tantas vezes acontece, com a morte de outro. Era o grupo - Q65, onde  Peter Vink era o baixista, e o baterista era Klaassen Beer. A equipe viveu na cidade de Haia Het Paard. Quando chegou o momento de colapso do Q65, ambos os músicos decidiram continuar juntos, e criar o seu próprio grupo, inicialmente chamado: Kjoe. Além deles, também ingressou o cantor Johnny Fredericks e o guitarrista Frank Nyuyens. Este último, entretanto, não ficou muito tempo, na época quebrou braço e foi substituído por Ronnie Mayer.

A banda percorreu vários clubes noturnos tentando obter recursos e reconhecimento, Ronnie, bem como Fredericks, abandonaram o barco atrás de bandas já estabelecidas. Quis assim o destino, porque então após ouvirem diversos músicos, descobriram um jovem talento de 19 anos chamado Joop van Breukelen Nimvegen, (hoje reconhecido entre os melhores guitarristas holandeses).  Joop gostava de Jazz , Blues e Art-Rock (seus heróis eram John McLaughlin, Eric Clapton, Peter Green, Steve Howe e Alvin Lee). Muito técnico e rápido, Van Nimvegen imediatamente se juntou à equipe. Os músicos continuaram ensaiando como um trio - Vink, Klaassen e van Nimvegen. Com o ingresso de Clem Determeijer eles decidiram permanecer sem um vocalista. O que permitiu ao grupo concentrar-se em aperfeiçoar mais o conteúdo instrumental de suas criações. Surgia então o FINCH.

"Glory of the Inner Force" foi seu primeiro álbum que é considerado uma obra-prima do Rock Progressivo, soando em parte, como uma versão mais Fusion com influências do FOCUS.

o disco consiste de quatro faixas longas e complexas. A musicalidade e o desempenho da banda é realmente muito técnico, impressionante e energético. Há diversas passagens de Jan Akkerman, nas linhas de melodia da guitarra de Joop Van Nimwegen e os teclados de Clem Determeijer são virtuosos; ele é rápido e muito habilidoso através de sons frenéticos de Hammond , moog e Mellotron, que propiciam a atmosfera sinfônica do FOCUS e também do Camel.

A faixa de abertura "Register Magister" é considerada um épico instrumental na Holanda e a preferida pela crítica no conteúdo deste álbum. Entretanto sua sonoridade muito complexa, com muitos temas inspirados e de extremo bom gosto ratificam o conjunto por inteiro como uma excelente obra instrumental. 

De uma forma geral as 4 faixas originais do disco são em tempo integral intensas peças de Prog pesado, também tem algumas partes de escuta fácil, mas na maioria das vezes a música é densa,  forte, complexa e técnica.

A edição em CD tem uma faixa bônus intitulada "Colosus", dividida em 2 partes que ocuparam os dois lados de um single. É uma peça cativante, de fato, mas não simplista: a sofisticação do protótipo do FINCH está claramente presente. 

Conclusão. Um álbum especial de Heavy Prog / Symphonic Rock recheado de surpresas. O lado técnico da banda é evoluído ao ponto deles tornaram-se solitários em sua espécie, o lado emocional ainda é um pouco incerto. Todos os admiradores de estilos Heavy Prog, Jazz, Fusion e Symphonic Rock devem possuir esse disco. É um excelente complemento para suas coleções!





Tracks:
1. Register magister (9:22)
2. Parodoxical moods (10:43)
3. Pisces (9:29)
4. A bridge to Alice (13:13)
Bonus Tracks:
5. Colossus Part I (3:28)
6. Colossus Part II (3:36)
Time: 49:51

Musicians:
- Jan Van Nimwegen / guitars
- Cleem Determejer / keyboards
- Beer Klaasse / drums
- Peter Vink / bass

Format: mp3 (320 kbps) = 116 mb = Yandex

Finch - Glory Of The Inner Force [1975] - Netherlands / Holanda

sábado, 20 de setembro de 2014

Triangle - Square The Circle [2000] - Netherlands / Holanda



TRIANGLE foi formado em 1993 e gravou uma série de demos, ao mesmo tempo que foi uma banda underground por quase 7 anos. Isso acabou quando na virada do milênio, lançaram seu debut oficial pelo selo Zizania.

Tenho certeza que se você ama MARILLION, ARENA, IQ, PALLAS, MAGENTA, SPEKTRUM, DARIUS, PENDRAGON, CAST, é muito improvável que você não vá desfrutar da música desta banda holandesa. 

"Foreword to the Elements of Life" (6:34),  o próprio título é muito bom, é como um capítulo de um livro pelo qual os leitores são introduzidos para que tipos de conceitos ou pensamentos sobre o livro trata e como eles serão apresentados aos leitores de abertura. Usando a mesma analogia, esta abertura do disco ajuda os ouvintes a se familiarizarem com o estilo musical da banda. É uma peça instrumental que compreende duas seções principais. A primeira (2:15 minutos) compreende uma música onde um longo "tapete" do teclado domina a melodia acompanhado por preenchimentos de guitarra suaves. Estruturalmente, esta peça de abertura faz-me lembrar a "Pseudo Silk Kimono" um ótimo trabalho de teclado do MARILLION que abre o álbum "Misplaced Childhood".  No final desta abertura de teclado a música repentinamente se transforma em um ritmo otimista com uma bateria dinâmica e som do teclado "robusto" e grandioso. Ela flui maravilhosamente com o solo de guitarra que flui para um trabalho de piano de cauda. É uma combinação perfeita entre Neo Prog, Symphonic Prog e New Age. O solo de guitarra alternando com o teclado é realmente impressionante.         

"Chasing the Shadows" (7:29) abre com um grande solo de piano melódico influenciado pela Música clássica. O trabalho de piano acompanha a linha vocal em uma textura de melodia cativante durante o primeiro verso lírico da canção. Por volta dos 3 minutos a música flui em seu pleno andamento para um ritmo mais rápido marcado pela bateria dinâmica, linhas de baixo sólidas e inventivas e uivantes sons de guitarra. Transições complexas demonstram uma excelente combinação de teclado, piano, guitarra e bateria. 

"The Centre Shines" (11:08) abre com uma combinação agradável e complexa de todos os instrumentos utilizados seguida por uma linha de voz distante, mantendo a música complexa como secção rítmica. Por volta dos 2 minutos a música se transforma em passagem mais tranquila que lembra a primeira fase  do MARILLION. Logo depois se transforma novamente em uma música mais rápida, o vocalista demonstra seu vocal poderoso acompanhado com impressionante trabalho de guitarra. Essa música combina várias formas de música com uma transição suave entre as formas que é extremamente prazerosa. É uma verdadeira obra-prima!

"The Saddest Show" (10:28) é outra faixa com com estrutura um pouco complexa. Possui uma abertura otimista e que mais tarde se transforma em uma passagem tranquila, com preenchimentos de guitarra e linha de voz. Em aproximadamente dois minutos uma narração de voz masculina entra na pausa da música. O que é interessante é a banda ao fundo que entra num crescente até que logo após a narração é completa. O solo de guitarra é verdadeiramente impressionante, especialmente combinado com o trabalho de bateria. Alguns passagem mais tranquilas com o trabalho de teclado dão uma boa chance para o baixo mostrar suas linhas na música. Muito bom. A parte final fornece um bom solo de bateria e graves sólidos com teclado em background. Grande composição!

"Amy" (5:36) aparece depois do bombardeio com músicas de duração relativamente longas, a banda retorna com uma música relativamente curta. Ela começa com uma melodia dominada pela guitarra. Em algum momento na parte final da trilha, há uma excelente utilização do pedal Taurus combinado com outros instrumentos e produzindo um som maravilhoso. 

"Pygmalion" (13:11) é a sexta faixa que abre com preenchimentos de guitarra simples que trazem a linha vocal cantando o primeiro verso lírico num estilo suave. A música entra com um balanço, mas mantendo o mesmo ritmo lento, com um excelente aumento de sons de bateria e guitarra uivante.  Esta faixa tem uma estrutura mais simples à medida que flui em linha reta com coros típicos. A única coisa que realmente faz esta canção muito atraente é o solo de guitarra longo sustentado em alguns segmentos da música. No meio da faixa, o msuic explora som do baixo e teclado num trabalho multi-camada.

"Nature's Window" (11:07) é estruturalmente, semelhante a "Pygmalion". A melodia e composição é naturalmente, diferente. A parte inicial é completamente madura, mas move-se gradualmente a um ritmo mais rápido que apresenta muitas melodias de solo de guitarra. A combinação entre guitarra e bateria em muitos segmentos são realmente excelentes. O solo de guitarra na parte final é maravilhoso, concluindo a canção e o disco num clima edificante.

Musicalmente, não é algo original, há elementos de Neo Prog misturados com Symphonic Prog e New Age Music neste álbum. Mas, a composição e arranjos são sensacionais. Uma obra prima !!! Recomendadíssimo !!!


Tracks:
1. Foreword To The Elements Of Life (6:34)
2. Chasing The Shadows (7:29)
3. The Centre Shines (11:08)
4. The Saddest Show (10:28)
5. Amy (5:36)
6. Pygmalion (13:11)
7. Nature's Window (11:07)
Time: 65:41

Musicians:
- Martijn Paasschens / vocals and keyboards
- Roland van der Stoep / guitars
- Jan-Willem Verkerk / bass
- Paul van der Zwaal / drums

Format: flac (tracks + cue) = 413 mb = Adrive / Yandex
Format: flac (tracks + cue) = 413 mb = Torrent

Triangle - Square The Circle [2000] - Netherlands / Holanda

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Focus - At The Rainbow [1973] - Netherlands / Holanda



Logo após lançarem o disco "Focus III", a banda holandesa Focus realizou um show antológico no Rainbow Theatre em Londres, que foi registrado em vinil e vídeo, o desempenho da banda é extremamente competente e de grande qualidade.

A faixa inicial "Focus III" (03:54) inicia este set ao vivo com o trabalho de órgão suave combinado com impressionantes preenchimentos de guitarra. Em seguida, intersecciona com "Answers? Questions! Questions? Answers!" (11:38), que parece ser mais dinâmica e "animada " do que a versão original de estúdio. O trabalho de guitarra combinado com os sons de órgão crescentes e excelentes linhas de baixo estão mais perceptíveis. 

"Focus II" (4:27) começa o som de órgão sustentando a base para a performance de Akkerman solando em sua guitarra, a bateria de Van Der Linden (com transições mais rock), distoa um pouco do clima bucólico dessa trilha. É um ótima performance da banda aqui.

"Eruption" (8:29) mostra o arranjo relativamente mais complexo da banda no palco;apesar de ser uma versão mais curta que a original de quase 24 minutos.

"Hocus Pocus" (8:29) é uma peça famosa e lendária que a banda toca de forma diferente  e com perfeição se distinguindo da gravação original apenas pelo riff improvisado na introdução.

"Sylvia" (2:48) outra peça clássica da banda um pouco mais rápida que a original ao final se encaixa num espécia de bis da faixa anterior, "Hocus Pocus" (reprise) (02:47), que conclui o álbum maravilhosamente.

Se você deseja um álbum com gritos enlouquecidos da platéia esse não é o álbum que busca, mas se deseja um disco com uma performance instrumental incrível de ótimos músicos holandeses, este é o álbum !!!


Tracks:
1. Focus III (3:54)
2. Answers? Questions! Questions? Answers! (11:38)
3. Focus II (4:27)
4. Eruption: (8:29)
a) Orfeus
b) Answer
c) Orfeus
d) Answer
e) Pupilla
f) Tommy
g) Pupilla
5. Hocus Pocus (8:29)
6. Sylvia (2:48)
7. Hocus Pocus (reprise) (2:47)
Time: 42:32

Musicians:
- Jan Akkerman / guitars
- Bert Ruiter / bass, backing vocals
- Pierre van der Linden / drums
- Thijs van Leer / keyboards, flute, vocals

Formatape (image + .cue) =  280 Mb = Torrent
Format: .wv (image + cue) = 500 Mb = Torrent
Format: [DVD-Audio] = Torrent (DVDA)

Focus - At The Rainbow [1973] - Netherlands / Holanda

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Arkus - 1914 [1981] - Netherlands / Holanda


Banda holandesa oriunda de Utrecht, formada em algum momento da década de 70 e tendo uma boa atividade em shows ao vivo durante esse tempo. Em 1981 ARKUS com Frans Smits nos vocais/guitarra, Ron Willems na guitarra, Jan-Henk Wiggelinkhuizen no órgão e sintetizadores, John Bouwman no baixo/vocais e Erik van Duin na bateria/vocal entrou nos estúdios SR em Bodegraven, trabalhando duro por seis dias para gravar seu álbum de estréia, inspiradas pelo poeta holandês Bert Voeten. O resultado foi o álbum "1914", lançado como um trabalho independente. 

Envolvido em uma atmosfera muito sensível ARKUS possui um trabalho orientado ao Rock Sinfônico do rock com ênfase em toques de guitarra suave, solos melódicos e elaborados arranjos. Levemente parecidos e inlfuenciados por CAMEL com solos dramáticos em uma seção rítmica sólida em background. Os trabalhos de teclado de Wiggelinkhuizen ficam em segundo plano, assim, enchendo os espaços vazios para os guitarristas e ocasionalmente oferecendo algumas passagens prazerosas. Os vocais também agradáveis são em Inglês e a banda se entrega com coração e emoção em um estilo sensível.

ARKUS logo foram abandonadas pelo gerente com grandes dívidas financeiras em suas costas, acabou retardando sua carreira, embora a banda continuou tocando em concertos. No início dos anos 90, num momento em que a banda estava de volta, "1914" foi reeditado em formato CD pela SI Músic com algumas faixas bônus gravadas em seus primeiros dias.

Tracks:
1. Ouverture (4:09)
2. Life (7:34)
3. Scared (6:38)
4. No Chance (8:19)
5. Adorable Woman (6:06)
6. 1914 (5:40)
Total time: 38:26

Musicians:
- Frans Smits / vocals, guitars
- Ron Willems / guitars
- Jan-Henk Wiggelinkhuizen / strings, organ, synthesizers
- John Bouwman / bass, vocals
- Erik van Duin / drums, percussion, vocals

Format: mp3 (256 kbps) = 90 mb = Torrent

Arkus - 1914 [1981] - Netherlands / Holanda


Banda holandesa oriunda de Utrecht, formada em algum momento da década de 70 e tendo uma boa atividade em shows ao vivo durante esse tempo. Em 1981 ARKUS com Frans Smits nos vocais/guitarra, Ron Willems na guitarra, Jan-Henk Wiggelinkhuizen no órgão e sintetizadores, John Bouwman no baixo/vocais e Erik van Duin na bateria/vocal entrou nos estúdios SR em Bodegraven, trabalhando duro por seis dias para gravar seu álbum de estréia, inspiradas pelo poeta holandês Bert Voeten. O resultado foi o álbum "1914", lançado como um trabalho independente. 

Envolvido em uma atmosfera muito sensível ARKUS possui um trabalho orientado ao Rock Sinfônico do rock com ênfase em toques de guitarra suave, solos melódicos e elaborados arranjos. Levemente parecidos e inlfuenciados por CAMEL com solos dramáticos em uma seção rítmica sólida em background. Os trabalhos de teclado de Wiggelinkhuizen ficam em segundo plano, assim, enchendo os espaços vazios para os guitarristas e ocasionalmente oferecendo algumas passagens prazerosas. Os vocais também agradáveis são em Inglês e a banda se entrega com coração e emoção em um estilo sensível.

ARKUS logo foram abandonadas pelo gerente com grandes dívidas financeiras em suas costas, acabou retardando sua carreira, embora a banda continuou tocando em concertos. No início dos anos 90, num momento em que a banda estava de volta, "1914" foi reeditado em formato CD pela SI Músic com algumas faixas bônus gravadas em seus primeiros dias.

Tracks:
1. Ouverture (4:09)
2. Life (7:34)
3. Scared (6:38)
4. No Chance (8:19)
5. Adorable Woman (6:06)
6. 1914 (5:40)
Total time: 38:26

Musicians:
- Frans Smits / vocals, guitars
- Ron Willems / guitars
- Jan-Henk Wiggelinkhuizen / strings, organ, synthesizers
- John Bouwman / bass, vocals
- Erik van Duin / drums, percussion, vocals

Format: mp3 (256 kbps) = 90 mb = Torrent

sábado, 31 de maio de 2014

Earth and Fire - Song of the Marching Children [1971] [REMASTERED WITH BONUS TRACK] - Netherlands / Holanda


Earth and Fire foi uma banda que teve uma série de canções de sucesso, mas ao mesmo tempo criou uma música progressiva e sinfônica, como a longa suíte lado presente neste disco. Os vocais femininos são muito bons, e o uso "largo" e amplo de mellotron só aumenta o prazer sobre ouvir a banda !

Esse segundo disco abre com "Carnaval Of The Animais", contendo um órgão dirigindo uma melodia cativante com belos vocais que lembram os anos sessenta. 

"Ebtide", possui uma trilha agradável com efeitos de guitarra e flautas.

"Storm and Thunder" abre com órgão de igreja, seguido por ondas de mellotron que continuam como os vocais entrando num ritmo lento. Aos 4 minutos se intensifica com mais inundações de mellotron. Grande canção! O título é tão obscuro quanto a música. Novamente vocais usando um amplo espectro da voz, a música se transforma em uma verdadeira obra-prima.

O instrumental "In the Mountain" é um pouco ingênuo. Ainda assim, o bom trabalho realizado com a guitarra impedira que ele fosse fraca.

A faixa-título: "Song of the Marching Children", de 18 minutos, parece a versão 2.0 de "Storm and Thunder", mais complexa, com mais Mellotrons, temas mais musicais, mais atmosferas e mais extravagância! A introdução é um pouco longa. Uma sinfonia de Mellotrons é usado neste música. É tão forte como um tema principal de um épico pode ser! A banda explora este achado agradável com muita paciência. Esta canção é o destaque da carreira de banda, a razão pela qual será lembrado em qualquer site progressivo Como todos os bons épicos.

Conclusão: Importante album sinfônico, atmosférico desses holandeses. Um grande resultado da descoberta do mellotron. E por último, o destaque de Jerney Kaagman que realmente sabe atuar em boas músicas!

Release / Label:
Polydor ‎– 589 811-2 - Netherlands. 2002

Tracks:
1. Carnival of the animals (2:42) 
2. Ebbtide (3:06) 
3. Storm and thunder (6:25) 
4. In the mountains (3:00) 
5. Song of the marching children (18:20) 
...a) Theme of the marching children - 2:20 
...b) Opening the seal - 1:10 
...c) Childhood - 3:10
...d) Affliction - 1:30
...e) Damnation - 2:53 
...f) Purification - 4:17 
...g) The march - 3:02 
Bonus tracks on Polydor cd release: 
6. Lost forever (2:48) 
7. Invitation (3:50) 
8. Song for the marching children (single version) (4:08)
Total Time: 44:28

Musicians:
- Jerney Kaagman / lead vocals 
- Ton van de Kleij / drums, percussion 
- Chris Koerts / guitar, backing vocals 
- Gerard Koerts / organ, piano, Mellotron, backing vocals 
- Hans Ziech / bass

Format: mp3 (320 kbps) = 105 mb = Yandex / depositfiles / pass = makina

Earth and Fire - Song of the Marching Children [1971] [REMASTERED WITH BONUS TRACK] - Netherlands / Holanda


Earth and Fire foi uma banda que teve uma série de canções de sucesso, mas ao mesmo tempo criou uma música progressiva e sinfônica, como a longa suíte lado presente neste disco. Os vocais femininos são muito bons, e o uso "largo" e amplo de mellotron só aumenta o prazer sobre ouvir a banda !

Esse segundo disco abre com "Carnaval Of The Animais", contendo um órgão dirigindo uma melodia cativante com belos vocais que lembram os anos sessenta. 

"Ebtide", possui uma trilha agradável com efeitos de guitarra e flautas.

"Storm and Thunder" abre com órgão de igreja, seguido por ondas de mellotron que continuam como os vocais entrando num ritmo lento. Aos 4 minutos se intensifica com mais inundações de mellotron. Grande canção! O título é tão obscuro quanto a música. Novamente vocais usando um amplo espectro da voz, a música se transforma em uma verdadeira obra-prima.

O instrumental "In the Mountain" é um pouco ingênuo. Ainda assim, o bom trabalho realizado com a guitarra impedira que ele fosse fraca.

A faixa-título: "Song of the Marching Children", de 18 minutos, parece a versão 2.0 de "Storm and Thunder", mais complexa, com mais Mellotrons, temas mais musicais, mais atmosferas e mais extravagância! A introdução é um pouco longa. Uma sinfonia de Mellotrons é usado neste música. É tão forte como um tema principal de um épico pode ser! A banda explora este achado agradável com muita paciência. Esta canção é o destaque da carreira de banda, a razão pela qual será lembrado em qualquer site progressivo Como todos os bons épicos.

Conclusão: Importante album sinfônico, atmosférico desses holandeses. Um grande resultado da descoberta do mellotron. E por último, o destaque de Jerney Kaagman que realmente sabe atuar em boas músicas!

Release / Label:
Polydor ‎– 589 811-2 - Netherlands. 2002

Tracks:
1. Carnival of the animals (2:42) 
2. Ebbtide (3:06) 
3. Storm and thunder (6:25) 
4. In the mountains (3:00) 
5. Song of the marching children (18:20) 
...a) Theme of the marching children - 2:20 
...b) Opening the seal - 1:10 
...c) Childhood - 3:10
...d) Affliction - 1:30
...e) Damnation - 2:53 
...f) Purification - 4:17 
...g) The march - 3:02 
Bonus tracks on Polydor cd release: 
6. Lost forever (2:48) 
7. Invitation (3:50) 
8. Song for the marching children (single version) (4:08)
Total Time: 44:28

Musicians:
- Jerney Kaagman / lead vocals 
- Ton van de Kleij / drums, percussion 
- Chris Koerts / guitar, backing vocals 
- Gerard Koerts / organ, piano, Mellotron, backing vocals 
- Hans Ziech / bass

Format: mp3 (320 kbps) = 105 mb = Yandex / depositfiles / pass = makina

Earth and Fire - Earth and Fire [REMASTERED + BONUS TRACKS] [1970] - Netherlands / Holanda


Um dos melhores álbuns de estreia favoritos da Holanda, o auto-intitulado "Earth and Fire", é um álbum basicamente orientado por riffs pesados, guitarra e órgão dominando com vocais femininos e masculinos.

A banda viria a se tornar uma banda de rock progressivo mais sofisticada e sinfônica, e nesta época apenas mais um conjunto de músicos orientados ao Acid-Rock Psicodélico, como uma versão crocante do Jefferson Airplane, com influências de PINK FLOYD nas atmosferas nebulosas. 

Cada faixa tem um som enérgico e cheio de vitalidade. A vocalista feminina Jerney Kaagman é uma comandante, resistente (enquanto ainda permanecem muito feminina e sexy) e extremamente charmosa e o ponto focal do grupo. 

Há tantas riffs cativantes e toques psicodélicos espalhados entre as faixas, toda cheia de melodias memoráveis ​​e charme bruto.

A partir dos primeiros segundos de "Wild and Exciting", há uma abertura de riffs hard rock e vocais poderosos e ácidos. Jerney dá um "soco" direto na cara! Um abertura melódica que prende a atenção imediatamente com o seu poder, um Rock cativante e viciante cheio de lamentados solos de guitarra!

A otimista "Twilight Dreamer" é vaga e psicodélica, com uma guitarra acústica forte e vocais masculino/feminino, Órgão cintilante adorável.

"Ruby Is The One" parece ser uma espécie de super-sexy hino lésbico. Um  pop-rock com um refrão matador. Não é surpresa que foi escolhido como um single do álbum, feito com um B-Side igualmente impertinente "Mechanical Lover"

"You Know The Way" Começa com vocais masculinos misteriosos, a canção logo deriva em uma balada acústica sonhadora e reflexiva com uma vantagem, o excelente vocal de Jerney. Em certo mmento a guitarra e órgão "caem matando".

O riff pesado de "Vivid Shady Land" é apaixonante, com Groovys de guitarra agressivos e vocais masculinos fortes. A seção intermediária é muito influenciada pela fase final dos anos 60 e início dos 70 do Pink Floyd com um órgão triste e efeitos de guitarra espacial criando uma ruptura muito flutuante no  ambiente. É tudo cheio de energia muito edificante.

Ambas "21st Century Show" and "Seasons" soam como Jefferson Airplane, mais uma vez vocais masculinos efemininos. A guitarra frenética impulsiona um órgão enlouquecedor, bombeando baixo e percussão como um raio antes de um desvio acústico jazzificado no meio com uma flauta maravilhosamente atmosférica. Já "Seasons" tem um som pesado de um pop ácido, com Jerney, flauta e violão juntos. Seu lindo vocal melancólico carrega a música através de uma pensamentos reflexivos.

A suja e sexy de sete minutos "Love Quivers" tem riffs mais robustos, bateria parecendometralhadoras, explosões em coro vocal e duas explosões de órgãos espaciais alucinantes. Os primeiros álbuns de Eloy, Jane e Grobschnitt tem explosões no mesmo molde. Toda a banda tem muitos momentos de destaque. É provavelmente a peça que mais aponta para a direção progressivo sinfônico da banda utilizaria no proximo álbum.

O álbum termina com uma balada linda de acidez acústica "What's Your Name", com vocais masculinos frágeis e flauta suave.

A versão remasterizada em CD tem um monte de faixas bônus fantásticas,  que destacam a sua mudança de psych/ácido/rock para um estilo mais progressivo. "Hazy Paradise", "Mechanical Lover",  e o Mellotron que alimenta todo o ambiente de "Memories".

Release / Label:
Repertoire Records ‎– REP 4318-WY - Germany, 1993

Tracks:
1. Wild and exciting (4:27) 
2. Twilight dreamer (4:16) 
3. Ruby is the one (3:26) 
4. You know the way (3:46) 
5. Vivid shady lady (4:11) 
6. 21st century show (4:14) 
7. Seasons (4:08) 
8. Love quiver (7:36) 
9. What's your name (3:36) 
Bonus Tracks:
10. Mechanical Lover (single B-side,1970) (Chris Koerts) - 2:15
11. Hazy Paradise (single B-side,1970) (Chris Koerts/Hans Ziech) - 3:44
12. Memories (single A-side,1972) (Chris Koerts/Gerard Koerts/Hans Ziech) - 3:19
13. Invitation (single A-side,1971) (Chris Koerts) - 3:46
14. From The End Till The Beginning (single B-side,1972) (Chris Koerts/Gerard Koerts/Hans Ziech) - 4:53
15. Storm And Thunder (single A-side,1971) - 2:45 (Track 15 is miscredited on back and inner sleeve as "Lost Forever" (which was the B-side of "Storm And Thunder")
16. Song Of The Marching Children (single B-side,1971) (Chris Koerts) - 4:04
17. Thanks For The Love (single A-side,1975) (Chris Koerts/Hans Ziech) - 3:36
18. What Differences Does It Make (single A-side,1976) (Chris Koerts/Hans Ziech) - 3:07
Total Time: 72:02

Musicians:
- Jerney Kaagman / lead vocals 
- Ton van de Kleij / drums 
- Chris Koerts / guitar 
- Gerard Koerts / guitar, keyboards 
- Hans Ziech / bass

Format: mp3 (320 kbps) = 168 mb = Narod

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