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sexta-feira, 17 de julho de 2015

Focus - Focus 3 [1972] - Nettherlands / Holanda


1972 é o ano da grande virada para os holandeses do Focus. Excursionam pela Grã-Bretanha, colecionando elogios e casas lotadas: "Eles nem deviam gravar em estúdios, pois são absolutamente perfeitos num palco" (usavam os recursos de estúdio sem exageros), diz o jornal Melody Maker. O single "Sylvia", tirado do álbum duplo aqui postado, "Focus 3", chega ao 1º lugar na parada inglesa e, surpresa das surpresas, na América também. Foi um ano de mudanças: o contido Cyril Havermans deixa o grupo por uma carreira individual. Em seu lugar vem outro agente de transformações, Bert Ruiter, 26 anos, autodidata, nenhuma base clássica mas muito Rock e Pop.

"Focus 3" é uma obra prima do porte de "Moving Waves", com duas músicas que se tornaram sucesso imediato "Love Remembered", muito usada em comercias da época e a citada "Sylvia". Além disso, trazia a épica "Anonymous", longa e elaborada, dividida entre dois lados do LP duplo, que saiu aqui no Brasil pela metade, expurgado de algumas tantas coisas. "Sylvia" é uma balada de Thjis Van Leer solada pela melodiosa guitarra de Jan Akkerman. A estrutura dela é totalmente clássica, como quase tudo que o Focus fez. Há um pouquinho de tudo nela: a citada guitarra, os vocais de fundo e o tradicional órgão Hammond B3. Repare na introdução feita pela guitarra e órgão, essa é a estrutura de toda a música que sofre variações durante o desenvolvimento. Em tempo, a versão que está aqui é integral.

Uma curiosidade: Quando "Focus 3" foi lançado, incluíram a música "House Of The King" como última faixa, mas nem Bert Ruiter nem Pierre Van Der Linden tocaram nela, pois era uma versão gravada em 1969 para o álbum "In and Out of Focus").

Tracks:
1. Round Goes To Gossip (5:12)
2. Love Remembered (2:50)
3. Sylvia (3:31)
4. Carnival Fugue (6:09)
5. Focus III (6:05)
6. Answers? Questions! Questions? Answers! (13:48)
7. Elspeth Of Nottingam (3:10)
8. Anonymous Two (26:24)
Time: 67:00

Musicians:
- Jan Akkerman / solo & acoustic guitars 
- Bert Ruiter / bass 
- Pierre van der Linden / drums 
- Thijs van Leer / vocal, organ, piano, alto flute, piccolo, harpsichord

Format: mp3 (320 kbps) = 157 mb = Yandex

terça-feira, 16 de junho de 2015

Gentle Giant - Giant on the Box CD Version - United Kingdom / Reino Unido



Audio CD bônus integrante do Box-Set lançado em 2005 e que também inclui um DVD com várias apresentações ao vivo durante a década de 70. O CD contém 8 faixas registradas em Bruxelas para o "Sunday Concert" na televisão alemã ZDF em 1974 (faixas 1-8), e 4 faixas registradas em uma apresentação para TV na Califórnia, EUA, em 1975, (faixas 9-12). 

Tracks:
German TV 1974
In 1974 Christopher Nupen, the celebrated classical music director, invited the band to record this concert in a Brussels film studio to be broadcast as a 'Sunday Concert' on German television station ZDF.
1. Cogs in cogs
2. Proclamation
3. Funny ways
4. The runaway
5. Experience
6. Features from Octopus
7. Advent of Panurge
8. So sincere

US TV Concert
Whilst touring in the US in 1975, Giant recorded this TV special at the Terrace Theatre, Long Beach, California.
9. Experience
10. Features from Octopus
11. Advent of Panurge
12. Funny ways

Format: .wv (image + cue) = 420 mb = Mega / pass = makina
Format: mp3 (320 kbps) = 185 mb = Mega / pass = makina

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Isopoda - Taking Roots [1981] - Belgium / Bélgica


Um disco bem mais fraco do que o anterior "Acrostichon", mas ainda trazendo os vocais muito aproximados ao de Peter Gabriel e algumas belas passagens instrumentais. Algumas faixas tem um tom mais moderno se aproximando de bandas Neo Prog como MARILLION e TWELFTH NIGHT. Destaque para a belíssima faixa instrumental "Sunset Alley", onde a influência do GENESIS dá o toque lírico e bucólico a melodia.


Tracks:
1. Taking Root (5:01)
2. The Usual Start (4:31)
3. Endless Streets (4:31)
4. Sunset Alley (3:17)
5. Harbringer (1:52)
6. Girl Will Be Girls (3:38)
7. The Fall (5:36)
8. O.K. With Me (3:11)
9. Join With The Stream (5:53)
Bonus Tracks:
10. You Flower (4:54) #
11. Black Mountain Cat (3:00) #
Time: 45:24

# from the single which was released in late September 1979.

Musicians:
- Luc Vanhove / organ, synthesizer, string ensemble, electric piano
- Walter De Berlangeer / guitar
- Arnold De Schepper / double neck bass & 12 string guitar, guitars, vocals
- Dirk De Schepper / lead vocals
- Marc van der Schuerren / drums, percussion

Format: .wv (wav pack + cue) = 305 mb = Yandex
Format: mp3 (320 kbps) = 90 mb = Mega

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Grobschnitt - Grobschnitt [1972] [REMASTERED WITH BONUS TRACK] - Germany / Alemanha


O primeiro álbum do GROBSCHNITT representa um conjunto diferente, mais pesado do que a banda que iria expor em seu popular "Rockpomel's Land" cinco anos mais tarde. Ao contrário, o estilo Symphonic Prog dos álbuns da metade da década de 70, o seu LP de estréia estava mais perto de um Space Rock Floydiano, mas era um Space Rock numa órbita baixa a nível da Terra na melhor das hipóteses, nunca se alcançando o impulso ou a elevação necessária para se libertar de sua própria força gravitacional.

Nesta fase inicial de sua carreira o line-up ainda era incerto. O álbum não tinha o toque mais delicado do tecladista Volker Kahrs (aka Mist, que iria se juntar a banda para o seu segundo álbum de estúdio em 1974), e os valentes esforços do percussionista e palhaço Joachim Ehrig (Eroc) foram diluídos pela adição supérfluas de um segundo baterista Axel Harlos (Felix).

A faixa de abertura "Symphony" (13:44), é composta por quatro movimentos e é uma boa representação da musicalidade da banda. Oferece variados estilos e mudanças de tempo que refletem o que a Música Progressiva abrange em termos de estilos e variações instrumentais. A pureza da energia do vocalista antecipa a música indicando os seus esforços em fazer da música o mais dinâmica possível. Existem algumas manobras de seção de cordas durante as sessões de quebra que fazem a música rica em texturas. A ruptura ambiente nos moldes de ELOY aparece em aproximadamente 7:30 minutos, o que reforça o carácter psicodélico da banda, especialmente com o órgão sustentando os sons em ritmo lento. É uma excelente pausa / interlúdio musical. O solo de guitarra que se segue também é impressionante. É o tipo de música clássica que você não deve perder um só minuto!

"Travelling" (6:50) explora a natureza teatral da banda com um trabalho de teclado na abertura seguido por tambores de marcha que representam o movimento musical. Os movimentos surgem crescendo com repetidos acordes e notas que acabam em um som do teclado longo, seguido, depois, por um solo de guitarra e uma mudança no estilo de música em um modo mais animado. O estilo do vocal representa o Rock vintage, lembrando NEKTAR, apoiado numa guitarra que preenche todos os espaços, enquanto o vocalista desempenha seu brilhante papel. É uma canção inspiradora.

"Wonderful Music" (3:40) é uma música que é muito diferente das outras, uma vez que demonstra grande presença da flauta tocada pelo baixista Bernhard Uhlemann. Esta trilha é muito interessante e muito agradável em termos de melodia, bem como em composição. Além da flauta, a guitarra acústica desempenha um papel importante também na composição global.

"Sun Trip" (17:43) é um épico final que compreende quatro partes: a) "Am Ölberg "(Monte das Oliveiras), b) "On the way", c) "Battlefield", e d) "New Era". É muito lenta no início, seguida de uma guitarra acústica excelente acompanhando uma narração. As circunstâncias tempestuosas fizeram a música um tanto  poderosa. É uma trilha multi-sessão, pois há muitas mudanças no estilo, por exemplo, a parte Jazzy em aproximadamente 4:30 minutos seguida por grande vocal. Pode-se admitir o virtuosismo da banda em criar uma peça com multi partes, e muitas mudanças no estilo, mas tudo se junta de maneira harmoniosa criando uma composição bem homogênea, de certa forma. Esta faixa deve ser considerada como uma das faixas de Prog Rock lendárias.

No geral, é um complemento de qualquer coleção de música Prog. A qualidade da gravação do vintage fez até este álbum memorável. Altamente recomendado. 

Release / Label:
Repertoire Records ‎– PMS 7093-WP - Germany, 1998


Tracks:
1. Symphony: (13:44)
 a) Introduction
 b) Modulation
 c) Variation
 d) Finale
2. Travelling (6:50)
3. Wonderful music (3:40)
4. Sun trip: (17:43)
 a) Am Ölberg (Mount of Olives)
 b) On the way
 c) Battlefield
 d) New era
Bonus Track:
5. Die Sinfonie. Live at Volkspark, Germany, Sept. 71 (29:40)
Time: 71:37

Musicians:
- Stefan Danielak (Wildschwein) / rhythm guitar, vocals
- Joachim Ehrig (Eroc) / drums, percussion, electronic effects
- Axel Harlos (Felix) / drums, percussion
- Gerd-Otto Kühn (Lupo) / lead guitar
- Hermann Quetting (Quecksilber) / organ, piano, spinet, percussion
- Bernhard Uhlemann (Bär) / bass, flute, percussion

Format: .wv (wav pack) (image + cue) = 511 mb = Yandex (part 1) / Yandex (Part 2)
Format: .wv (wav pack) (image + cue) = 511 mb = Mega (Part 1) / Mega (Part 2)
Format: mp3 (320 kbps) = 230 mb = Mega
Format: mp3 (320 kbps) = 230 mb = Yandex

domingo, 13 de julho de 2014

IRMANDADE DOS BLOGS - Postagem Especial Dia Mundial do Rock: Genesis - Live At Rainbow Theatre 1973 (complete set) [2009] - United Kingdom / Reino Unido

Hoje dia mundial do rock está sendo feita a primeira postagem da ''Irmandade dos Blogs''. A irmandade dos blogs é uma página criada no facebook que tem o objetivo de fazer a união de donos de blogs brasileiros, com os objetivos de haver uma maior divulgação desses blogs, de fazer postagens especiais em conjunto em épocas distintas, além de fazer com que os donos das páginas façam o intercâmbio entre si, se conhecendo, realizando parcerias entre os blogs e fazendo amizades.

Até o momento 23 blogs estão fazendo parte desta associação que foi criada recentemente, e que encontra-se em fase de estruturação funcional.

O grupo também foi aberto para os membros e visitantes de cada blog participante, que terão a oportunidade de interagir com os blogueiros, fazendo pedidos, dando sugestões, ou simplesmente fazendo amizade com os mesmos.

Abaixo está a lista de blogs que estão participando dessa postagem inicial de estréia, com cada blog fazendo a abordagem em cima de um disco ou banda diferente. Visitem!











Roxx 2 Download  (Portugal)






________________________________________________

Para comemorar esse dia festivo, trago até vocês essa MARAVILHA!, que antes só podia ser apreciada em bootlegs, e se trata nada mais, nada menos de uma das bandas mais cultuadas do Prog Rock mundial, GENESIS.


De muito interesse para os fãs da banda nessa fase dourada, ainda com Peter Gabriel no vocal, sem dúvida, este registro ao vivo "Live At the Rainbow 1973" inédito até o lançamento num box-set em 2007, é particularmente um desempenho impressionante, poderoso e cheio de energia.

Esse show aparece primeiramente no box-set lançado em 1998 - Genesis Archive 1967-75 - no cd numero 3, porém numa versão reduzida, apresentando apenas algumas músicas. 

Em 2009 é lançado mais um box-set (já citado acima) - Genesis Live 1973–2007 - que incluia 4 álbuns ao vivo já lançados pela banda mais esse show quase na íntegra, pois todas as faixas apaecem apenas no DVD áudio 5.1,  na versão em CD foram excluídas duas faixas: "Watcher Of The Skies" e "The Musical Box", daí a dificuldade em se conseguir o set por completo. Apresento aqui o show com todas as suas musicas ripadas do DVD áudio em qualidade WAV, sem nenhuma perda de qualidade.

Espero que possam apreciar essa preciosidade que apresenta a banda em uma faze genial de criatividade e performance ao vivo.

Enjoy !!!



Tracks:
01 - Watcher Of The Skies
02 - Dancing With The moonlit Knight
03 - I Know What I Like
04 - Firth Of Fifth
05 - More Fool Me
06 - The Battle Of Epping Forest
07 - Peter Gabriel & Phil Collins - Green Grass Tale (Duo Performance)
08 - Supper's Ready

Personnel:
- Peter Gabriel: Vocals
- Steve Hackett: Guitars
- Mike Rutherford: Bass and Guitars
- Tony Banks: Keyboards
- Phil Collins: Drums and Vocals

Formatwav (tracks, no cue) = 1, 26 Gb = yandex part 1 / yandex part 2 / yandex part 3 / pass = makina
Format: mp3 (320 kbps) = 224 mb = Mega / pass = progsounds

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Garybaldi - Nuda [1972] - Italy / Itália

Biografia



Garybaldi foi um grupo musical genovês dos anos 1970 de gênero Rock e Blues com elementos de Rock Progressivo. O líder do grupo, além de cantor e guitarrista, era Bambi Fossati.

A primeira encarnação do Garybaldi se chamava Gleemen (ou I Gleemen). Na época da formação do grupo em 1968, além de Fossati eram constituídos também por Maurizio Cassinelli (bateria e voz), Lio Marchi (teclado) e Angelo Traverso (baixo). Tiveram um discreto sucesso com seu primeiro single, uma cover da música "Lady Madonna" dos Beatles no lado "A" e uma música original, "Tutto risplende in te", no lado "B". Em seguida, deram vida a um intensa atividade concertística parelela ao lançamento do álbum homônimo em 1970.

Em 1971, i Gleemen mudam de nome passando a se intitularem I Garybaldi. No primeiro single sob a nova denominação, "Marta Helmuth", se lê "desde hoje não nos chamamos mais I Gleemen, somos i Garybaldi."

Ao single "Marta Helmuth/Corri corri corri" seguiu a publicação do primeiro álbum do grupo, intitulado "Nuda", de clara inspiração hendrixiana mas com evidentes influxos progressivos, em particular, na música "Moretto da Brescia". A capa foi realizada por Guido Crepax.

I Garybaldi foi um dos grupos de pico da primeira fase do progressivo italiano, na época dos festivais. Tocaram também como banda de abertura de concertos de grupos já conhecidos no exterior como Bee Gees, Santana, Uriah Heep e Van der Graaf Generator. A fama, porém, chegou também a outros países, sobretudo na Alemanha, Suiça e Japão.

Em 1973, Marchi e Traverso abandonaram a banda. Ao baixo entrou Sandro Serra. Com essa nova formação o grupo criou o segundo álbum, "Astrolabio"

Nuda [1972]


Como seria a música de Jimi Hendrix se ele fosse italiano? A pesada influência de BAND OF GYPSIES na música de Garybaldi parece ser exatamente isso e esse bom guitarrista, "Bambi" Fossati dá uma bela resposta. 

Uma guitarra wha-wha introduz a linha de "Maja Desnuda" (também o nome de uma obra de Goya) e vai na linha de Hendrix como em "Manic Depression". A presença de um solo de hammond enriquece bastante e os solos e riffs de Fossati são incríveis.

Em "Decomposizione, Preludio E Pace" a guitarra é altamente torturada, psicodelismo puro.

Alguns momentos são de grande paz como na faixa "Febbraio 1700", onde as mãos de Bambi deslizam suavemente pelo braço da guitarra, acariciando o instrumento. 

"L' Ultima Graziosa" é uma faixa bem criativa e agitada, bem nos moldes do final dos anos 60. 

A suíte "Moretto da Brescia": parte a) "Goffredo" e parte c) "Dolce Come Sei Tu" têm um distinto toque italiano com melodias sutis, piano, órgão e guitarras bem trabalhadas que a aproxima um pouco do Progressivo Psicodélico/Sinfônico.

Esta disco pode padecer de criatividade, não é exatamente Progressivo (se em algum momento pode ser considerado) mas a música que fazem é tocante, de muita competência e é difícil ficar parado.


Tracks:
1. Maya Desnuda (6:08)
2. Decomposizione, Preludio E Pace (1:55)
3. 26 Febbraio 1700 (7:20)
4. L'Ultima Graziosa (5:22)
5. Moretto Da Brescia:
- a. Goffredo (6:15)
- b. Il Giardino Del Re (9:16)
- c. Dolce Come Sei Tu (5:19)
Total Time: 41:35

Musicians:
- Bambi Fossatti / guitars, vocals
- Angelo Traverso / bass
- Maurizio Cassinelli / drums, vocals
- Lio Marchi / keyboards

Format: mp3 (320 kbps) = 120 mb = Mega
Format: .wv (wav pack) = 433 mb  = Torrent

domingo, 29 de junho de 2014

Gravy Train - Gravy Train [1970] - United Kingdom / Reino Unido


Com uma base de blues-rock e um som de hard rock relacionados a outras grandes bandas proto-prog britânicos, como BEGGARS OPERA e WARHORSE, GRAVY TRAIN se encaixa no gênero Prog-Rock devido a introdução de estruturas e arranjos complexos para suas composições: a grande influência é JETHRO TULL nos seus trabalhos na década de 60, uma menção obrigatória, na verdade, mas há também a influência de TRAFFIC, ambos reciclados com melodias mais intrincadas apesar do papel de destaque da flauta sensacional de JD Hughes.


Esse seu homônimo álbum de estréia de 1970, enquanto tem uma presença óbvia de blues (como pode se conferir em "Coast Road"), a banda mostra que pode criar uma ótima música progressiva.


"The New One" explode em um espetáculo de jazz-rock extravagante e muita presença de blues.

"Dedication To Syd" contém uma referência ao Pink Floyd em seu título. Nessa peça nota-se uma certa aura de diversão e bom humor no meio de uma exibição de poder e complexidade progressiva, com uma flauta incursionando no Blues-Rock psicodélico de estilo próximo ao TRAFFIC, em nada se assemelhando a um som Floydiano, muito menos os vocais de Barrett, que soam como vocal participante em "Jesus Cristo Superstar!". 

"Coast Road" é a faixa mais fraca, até mesmo um agradável fuzz de guitarra não compensa a falta de idéias criativas.

"Enterprise", é a jóia do álbum, alternando passagens cuidadosamente compostas e um certo jeito agressivo de uma forma sólida: Hughes consegue perfeitamente manter as suas intervenções de flauta sem ficar abafado pelo violão na seção intermediária.

"Think Of Life", não é uma peça muito trabalhada . mais talvez a mais animada, focada nos típicos primeiros Hard Rocks com um toque psicodélico. 

"Earl Of Pocket Nook",  uma robusta peça de 16 minutos, pode ser descrita como uma recapitulação de todas as três fontes musicais que Gravy Train utilizou em todo o repertório: Blues-Rock, Hard Rock psicodélico e Rock Progressivo. Os compassos ímpares e mudanças de ritmo astutos que acontecem aqui e ali estão firmemente sustentados pelo baterista Barry Davenport, que usa sua sensibilidade jazzificada para causar um bom efeito. A flauta é o instrumento de sopro mais recorrente no som do grupo, Hughes não se limita a ele, mas também toca alguns bons saxofones (alto e tenor): cada vez que ela aparece, o sax acaba por ser um complemento adequado para riffs e leads de guitarra de Norman Barrett, especialmente no lado blues da banda. 


Embora não seja uma obra prima, o álbum homônimo de Gravy Train é uma voa aquisição em qualquer coleção de Prog-Rock. 



Tracks:
1. The New One [5:15]
2. Dedication To Sid [7:17]
3. Coast Road [6:46]
4. Enterprise [6:20]
5. Think Of Life [5:10]
6. Earl Of Pocket Nook [16:11]
Total Time: 
Musicians:
- Norman Barrett / guitar, vocals
- Barry Davenport / drums
- J.D. Hughes / keyboards, vocals, wind
- Lester Williams / bass, vocals 
Format: mp3 (320 kbps) = 110 mb = Narod
Format: mp3 (320 kbps) = 297 mb = Mega
Format: mp3 (320 kbps) = 93 mb = Yandex
Format: wv (wav pack) (image + cue) =  418 mb = Torrent

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Novalis - Konzerte [1977/2008] [REMASTERED WITH BONUS TRACKS] - Germany / Alemanha


NOVALIS foi uma excelente banda de prog sinfônico alemã muitas vezes enquadrada como "Krautrock" mas na verdade ficou muito mais perto de ícones como YES e GENESIS, tanto em som como em estilo. Eles produziram  álbuns "banhados" pelos teclados durante este tempo, incluindo a sua liberação clássica auto-intitulada "NOVALIS" e o etéreo álbum seguinte, "Sommeraband", antes de prosseguir gradualmente para um som um pouco mais comercial acompanhando a década que avançava. No entanto, para os shows de 1977, a partir dos quais este álbum duplo ao vivo se refere, o grupo passou por uma abordagem rock sinfônica totalmente caracterizada por sintetizadores e teclados snazzy ricamente texturizados que mostraram o que era a proposta da banda. O destaque indiscutível desse disco é a faixa "Sommeraband", majestosa, grandiosa, magnificamente representada aqui com o vocal inspiradíssimo de Fred Mulbock tocada em toda a sua gloriosa beleza de quatro partes, encerrando um desempenho notável  de um grupo que se encontrava no auge de seus poderes. A reedição em CD digipak apresenta um extra de quinze minutos que inclui o hino synth-rocker "Astralis" do subestimado álbum do grupo "Brandung", uma adição digna de nota, encerrando o que é essencialmente é o lançamento NOVALIS definitivo. Impressionante!!!

Release / Label:
Brain ‎– 5313075, Revisited Rec. ‎– SPV 306032 CD - Germany, 2008

Tracks:
1. Bolero (Ravel) (0:51) 
2. Dronsz (Rahn) (2:41) 
3. Es färbt sich die Wiese grün (Karges/Karges) (9:04) 
4. Impressionen (Rahn) (10:00) 
5. Wer Schmetterlinge lachen hört (Rahn/Karges) (9:14) 
6. Wunderschätze (Job/Originaltext von Novalis um 1798, lyrics adapted by D. Job) (11:33) 
7. Sommerabend (Job/Rahn/Reihel): (19:19) 
...a) Wetterleuchten 
...b) Am Strand 
...c) Der Traum 
...d) Ein neuer Tag 
...e) Ins Licht
Bonus tracks: 
8. Wenn nicht mehr Zahlen und Figuren (Mühlböck/Novalis, lyrics adapted by F. Mühlböck) (3:07)
9. Astralis (Mühlböck/Novalis, lyrics adapted by F. Mühlböck) (8:58)
10. Irgendwo, Irgendwan (D. Job/D. Job) (4:28)
Total Time: 79:36

Note: Tracks 8-10 (recorded live at the Winterhuder Fährhaus in December 1978)

Musicians:
- Hartwig Biereichel / drums, gongs 
- Detlef Job / electric guitar, vocals 
- Fred Mühlböck / vocals, acoustic & electric guitars, flute
- Lutz Rahn / Hammond H100 organ, PPG synth, Mellotron, electric piano, clavinet, Solina strings
- Heino Schünzel / bass, vocals

Format: wav pack (image + cue) = 613 mb = part 1 / part 2 / part 3

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Novalis - Sommerabend [1976] - Germany / Alemanha


Este álbum apenas segue o caminho percorrido por seu antecessor auto-intitulado "Novalis". Carlos Karges, o segundo guitarrista deixou a banda gravando apenas um álbum, mas ouvindo "Sommerabend" (Summer Evening), não dá pra notar tanto a diferença pois Detlef Job está fazendo um grande trabalho. Além disso, essa é a banda do tecladista Lutz Rahn de qualquer maneira! Comparações do seu trabalho mais próximas podem ser feitas em relação a PINK FLOYD e ELOY do mesmo período (graças à atmosfera "estilo excêntrica" e "profunda"). 

Existem apenas três faixas: duas, que dividem o lado 1 e uma longa suíte no segundo lado do então LP.

As primeiras 2 faixas mantem a dinâmica do LP anterior. Músicas Majestosas, instrumentações prodigiosas e de muito bom gosto. São elas:

"Aufbruch" (9:37), uma abertura instrumental longa, bastante energética, onde todos os ingredientes são instantaneamente misturados para formar uma melodia de bom gosto poderoso o suficiente para levá-lo para uma viagem "romântica". A presença do teclado forte de Lutz Rahn é a principal responsável por algumas sensações hipnotizantes com string synth em sua maior parte, de bom gosto com Hammond Organ e arpejos de Electric-piano/Mini-Moog em relação aos solos de sintetizador pesado em outros lugares do álbum e a proeficiente guitarra de Detlef Job. A seção rítmica é competente o suficiente para servir como uma base sólida para os solistas acima mencionados. As composições aqui não são particularmente complexas, mas certamente de bom gosto.

O mesmo acontece com a segunda faixa, "Wunderschätze (Originaltext von Novalis um 1798)" (10:37), é construída em torno de uma melodia bastante "Floydiana", que constrói momentos extremamente doces. As letras são tiradas do filósofo alemão Freidrich von Hardenberg, e é uma faixa maravilhosa. O guitarrista Detlef Job canta lindamente, assim como o baixista Heino Schünzel. Duas gemas absolutas que todos os amantes de Prog-Rock devem ouvir.

O Lado 2 é absorvido totalmente pela inebriante faixa-título-suíte, "Sommerabend", passando por todos os movimentos certos, abrangendo tudo o que era "utilizável" dentro da categoria Symphonic Rock da época, basicamente com o mesmo som que o lado 1, mas tudo incorporado em uma composição estendida, que viaja impecavelmente, transportando o ouvinte para um mundo de sonhos e beleza. Dentro de sua duração, 18:17, o fluxo só é quebrado por uma seção de com alguns vocais reunidos. As seções acústica de guitarra são muito inspiradas. Fantástico registro!


Tracks:
1. Aufbruch (9:37) 
2. Wunderschätze (Originaltext von Novalis um 1798) (10:37) 
3. Sommerabend (18:17) 
a) Wetterleuchten (3:50) 
b) Am Strand (4:20) 
c) Der Traum (3:50) 
d) Ein neuer Tag (4:25) 
e) Ins Licht (1:52)
Total Time: 38:31

Musicians:
- Hartwig Biereichel / drums
- Detlef Job / guitars, vocals 
- Lutz Rahn / keyboards 
- Heino Schünzel / bass, vocals

Format: wav (tracks, no cue) = 260 mb = Yandex / pass = progsounds
Format: mp3 (320 kbps) = 84 mb = Narod

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Murple - Io Sono Murple [1974] [REMASTERED WITH BONUS TRACKS] - Italy / Itália


É uma banda de Roma, uma daquelas bandas que só fez um álbum e, em seguida, desapareceu. De estilo sinfônico progressivo, como sempre bastante inspirado pela música clássica. Os teclados em predominância. Musicalmente semelhante ao ELP ou Le Orme.

Em seu lançamento, desempenha uma longa suíte dividida nos dois lados do disco, Enquanto aparecem 12 faixas na parte de trás do cd há realmente apenas duas que são longas suítes divididas em varias partes, conceitualmente, narrando a vida e as aventuras de um pinguim chamado Murple na Antártida até ao zoológico. 

A música é muito boa, com inspirações clássicas, especialmente nos teclados e peças agradáveis ​​de guitarra. 

A primeira música especialmente parece mudar tempos e estados de espírito em cada minuto. Enquanto a segunda faixa  permite desenvolver mais os temas. 

A primeira faixa abre com uma atmosfera Spacey por um minuto, em seguida, bateria e órgão assumem o comando. Ficamos em calma por uns 3 minutos e, em seguida, a música entra com um Bom órgão! vocais extremamente emocionais, o  piano vem mais "cheio" melodias de guitarra e uma calma de novo próximo ao final.

A segunda faixa abre com quase 3 minutos de impressionantes melodias de piano e, em seguida, vocais e guitarra assumem. Maravilhoso. O ritmo dominante se instala com teclados e bateria liderando. Após vem guitarras e vocais, em seguida, órgão e baixo lideram, os vocais voltam e depois surge a calma apenas.

Um ótimo trabalho muito bem tocado e arranjado.



Tracks:
1.Parte I
 a.Antartide
 b.Metamorfosi
 c.Pathos
 d.Senza un perché
 e.Nessuna scelta
 f.Murple rock
2.Parte II
 a.Preludio e scherzo
 b.Tra i filí
 c.Variazioni in 6/8
 d.Fratello
 e.Un mondo cosí
 f.Antarplastic
Bonus Tracks:
3.Il vecchio castello
4.Il ballo dei pulcini
5.Limoges
6.Nani e clown (live 1973)
Total Time: 53:60

Musicians:
- Mario Garbarino / bass, bongos, triangle
- Pino Santamarià / lead vocals, guitars, chorus 
- Duilio Sorrenti / drums, timbales, gong, tympani
- Pier Carlo Zanco / lead vocals, keyboards, synthesizers, bowed contrabass, chorus

Format:  (WavPack (*.wv)  ISO) = 608 mb = Torrent

sábado, 10 de maio de 2014

Neuschwanstein - Battlement [1979] - Germany / Alemanha


Este é um daqueles discos fácil de se apaixonar na primeira audição. Eu pelo menos, considero estar entre os melhores álbuns da Alemanha. Há, porém, um ponto importante que precisa ser levado em conta. Há inúmeros momentos ao longo de "Battlement" que são derivados do clássico GENESIS (e mesmo que seja um álbum do final dos anos 70 possui um monte de marcas e características do som que viria a ser conhecido como Neo-Prog e, assim, faz lembrar de MARILLION, que, claro, viria anos mais tarde).  Se você é um daqueles que se ressente de bandas "clone", você não vai ser capaz de lidar com o uso liberal de influências "GENESIanas" por NEUSCHANSTEIN, no entanto o uso de sintetizadores somente já tornam esta uma banda uma que vale a pena ouvir pelos seus próprios méritos.

Apesar da referência (nobre por sinal), o grupo lançou apenas dois discos, em 1979, este chamado "Battlement", e um anterior lançado em 1976, "Alice In Wonderland", com uma sonoridade bem diferente e bem menos "GENEsiana".

"Battlement" é um primor do início ao fim. Tocado de forma esplendida, o disco tem 7 canções, todas de grande qualidade. Nenhum instrumento em particular se destaca, pois a força do disco está justamente no seu conjunto.

Para quem não conhece, pode acreditar, "Battlement" é um dos maiores momentos do rock progressivo de todos os tempos, pena que talvez no lugar e na hora errada, afinal 1979 não era um grande momento para o estilo... 

A peça de abertura "Loafer Jack" demonstra o vocalista escolhendo um monte de melodias a la Peter Gabriel, mas é o trabalho de teclado que realmente brilha com alguns adoráveis toques melódicos. 

"Ice with Dwale", com sua flauta e introdução de guitarra acústica, lembra o GENESIS mais pastoral no seu álbum "Trespass". Também contém um piano delicado, um grande solo de guitarra e o solo de flauta que se segue é resplandecente. Liricamente também este álbum conceitual está muito longe de ser fraco.

Após o acidente estrondoso da introdução de "Intruders And The Punishment" vem um segmento que vai lembrar os fãs de uma passagem da clássica "The Cinema Show", e aqui vocais apaixonados em cima de ritmos staccato novamente assemelham-se integralmente a Peter Gabriel, no momento em que os teclados e guitarra se tornam "agressivos" é um dos meus favoritos segmentos de todo o álbum e o solo de teclado longo que segue irá lembrá qualquer ouvinte casual de Tony Banks.

"Beyond The Bugle" é provavelmente a minha parte favorita, chegando a tirar lágrimas. de tão sensível e emocionante. Possui uma introdução melancólica com flauta esvoaçante, uma seção vocal animada e uma seção de batalha de fogo gloriosa que começa em torno da marca de quatro minutos. É excelente, e soa realmente original também. A ousadia de solo de fechamento com sintetizador é simplesmente a cereja no topo do bolo.

"Battlement" tem uma seção instrumental de abertura de quatro minutos de alto nível. Há um tema vagamente árabe que continua aparecendo de vez em quando. Em seguida, um segmento vocal ambiente assume antes da erupção soberbo teclado.

"Midsummer Day", inédita e disponível como faixa bônus no relançamento em CD pela Musea Records, .é uma outra peça atmosférica que apresenta uma parte vocal encantadora. Belíssimas harmonias de flauta e um solo de teclado sobre o segmento de guitarra acústica de alta energia. 

A peça instrumental de encerramento "Zartlicher Abschied" é adequadamente "pós-guerra", dominada pela grandioso violão e flauta com uma entrada tardia dos gloriosos teclados. Ela demonstra ser outro destaque de um álbum fantástico.

Quem ama o som do clássico GENESIS será capaz de perdoar tantas semelhanças e clonagens harmônicas pois esse trabalho pode ser encarado com uma homenagem ao estilo da banda que já não existia mais devido a mudança radical após a saída de Peter Gabriel e posteriormente Steve HAckkett em 1977. Esse álbum vale como consolo a essas duas perdas.


Release / Label:
Musea ‎– FGBG 4063.AR, France, 1992

Tracks:
1. Loafer Jack (4:42) 
2. Ice with Dwale (6:21) 
3. Intruders and the Punishment (7:34) 
4. Beyond the Bugle (7:31) 
5. Battlement (7:05) 
6. Midsummer day (7:42) *Bonus track on cd release
7. Zärtlicher Abschied (5:42) 
Total Time: 46:37

Musicians:
- Frédéric Joos / vocals, Acoustic Guitars
- Thomas Neuroth / keyboards
- Klaus Mayer / flutes, synthesizers
- Roger Weiler / guitars
- Rainer Zimmer / bass, vocals on `Battlement´
- Hans-Peter Schwarz / drums (except on ´Loafer jack`)

Guest musician: 
- Hermann Rarebell / drums on `Loafer Jack´.

Format: flac (tracks + cue) = 356 mb = Torrent

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Birth Control - Hoodoo Man [1972] [REMASTERED WITH BONUS TRACKS] - Germany / Alemanha


"Hoodoo Man" é o terceiro álbum da banda, e foi lançado em 1972, na sequência de "Birth Control" (1970) e "Operation" (1971). Para muitos este é o melhor momento dos alemães. Marcando a estreia de Wolfang Neuser nos teclados, que entrou no lugar do membro original Reinhold Sobotta, o Birth Control apresenta nas seis faixas do disco uma qualidade espantosa.

"Buy" abre o álbum entregando um grande trabalho instrumental, embalado por uma letra que critica duramente a sociedade de consumo. A cereja do bolo é o solo de Neuser, espetacular. 

"Suicide" vem a seguir e tem um andamento totalmente jazzy, surpreendendo o ouvinte. 
"Get Down to Your Fate" deixa claras as influências do Purple no som, com o Hammond de Neuser fazendo o trabalho das guitarras, despejando riffs sensacionais um atrás do outro.

"Gamma Ray", com quase dez minutos de duração, é uma composição repleta de groove, com destaque para a bateria e para os vocais de Bernd Noske, dono de um timbre cativante. Como curiosidade, vale citar que, apesar de sua longa duração, "Gamma Ray" foi lançada como single e virou hit nas discotecas européias em meados dos anos setenta. 

A música que dá nome ao álbum é um hard rock exemplar, e mais uma vez o destaque é o solo de Wolfang Neuser

O disco fecha com "Kaulstoss", faixa instrumental com influências de folk music e passagens inspiradas na música escocesa.

"Hoodoo Man" é um trabalho excepcional, que conquista de imediato qualquer fã de música. Um dos grandes, e esquecidos, álbuns dos anos setenta, com absoluta certeza. 

Release / Label:
Repertoire Records ‎– REP 5047 - Germany, 2005


Track Listing:
01. Buy
02. Suicide
03. Get Down To Your Fate
04. Gamma Ray
05. Hoodoo Man
06. Kaulstoss
Bonus Tracks:
7. Nostalgia (3:37)
8. Gamma Ray part 1 single version (3:29)
9. Gamma Ray part 2 single version (3:53)
10. Hope (live 2004) (5:53)
11. She's Got Nothing On You (live 2004) (4:59)
Total Time: 64:19

Line-up :
- Bruno Frenzel / guitar, vocals
- Bernd Koschmidder / bass
- Wolfgang Neuser / keyboards, vibraphone
- Bernd Noske / drums, percussion, vocals

Format: wv (wavpack image + cue) = 337 mb = Torrent
Format: mp3 (320 kbps) = 146 mb = Narod

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Aardvark - Aardvark [1970] - United Kingdom / Reino Unido

Biografia

Um som prog sem uma guitarra? Isso é exatamente o que este quarteto do início dos anos 70 britânico se propôs a fazer. Originalmente, eles se tornaram conhecidos principalmente porque "Paul Kossof" e "Simon Kirke" tocavam na banda antes de sair para formar a banda lendária "Free". A partir de então, "Aardvark" era principalmente gravado em estúdio e no momento em que gravou seu único álbum, a formação consistia em "Stan Aldous" (baixo), "Frank Clark" (bateria), "Steve Modista" (teclados, gravador, vibrafone) e "Dave Skillin" (vocal). Comparações não são fáceis, mas, provavelmente, alguém poderia dizer que sua música tem o poder de "ELP" misturado com um pouco de R & B à la "Procol Harum" e início do "Moody Blues". Tons de "Greenslade" e "Pink Floyd" também estão presentes. 


Como é de se esperar, o material do "Aardvark" é altamente órgão Hammond, o peso da música que está sendo realizado pelo fuzzed-up órgão Hammond que mais ou menos simula o trabalho de uma guitarra distorcida. Os vocais crescentes por "Skillin" são agradáveis ​​e a música, embora não seja muito original com pouca falta de variedade, é bastante melódico. O álbum contém interação de piano / teclado, bem como alguns bons riffs de guitarra e refrões harmônicos. 
Os pontos baixos: seguindo a moda do início dos anos 70, muitas faixas se arrastar por muito tempo. Além disso, possivelmente porque o Hammond dominante não resisti ao teste do tempo, o álbum infelizmente parece bastante desatualizado. Finalmente, os cortes que funcionam melhor tendem a ser os menos progressistas. No geral, "Aardvark" é um esforço musical honesto para os tempos, um interessante experimento de arte rupestre mais cedo com uma ligeira vantagem progressiva. Recomendado exclusivamente para colecionadores de início dos anos 70, heavy prog órgão Hammond. Fãs de "Spring", "Cressida" ou "Fields" também deve dar-lhes uma tentativa. 


Track Listing:
1. Copper Sunset (3:17)
2. Very Nice Of You To Call (3:39)
3. Many Things To Do (4:22)
4. Greencap (6:04)
5. I Can't Stop (5:28)
6. Outing (9:50)
7. Once Upon A Hill (3:03)
8. Put That In Your Pipe (7:13) 
Total Time: 42:56

Line-up:
- Stan Aldous / bass
- Frank Clark / drums
- Steve Milliner / keyboards, recorder, vibraphone
- Dave Skillin / vocals 

Format: wav (cue + log) = 293 mb = Depositfiles
Format: mp3 (128 kbps) = 47 mb = yandex

BIOGRAPHY & DISCOGRAPHY 


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