terça-feira, 18 de julho de 2017

Kaizen - Gargula [1994] - Brasil / Brazil





Tracks:
01. Abertura (Kleber Vogel, Alvaro Seabra) - 4:43
02. Zenith - 12:52
03. Gargula - 5:58
04. Noturno - 6:24
05. Runas - 9:39
06. Horda - 6:48
07. Kaizen - 9:11

Musicians:
- Kleber Vogel - violins, mandolin, arranger, conductor, producer
- Carlos Albuquerque - guitars
- Ronaldo Dos Guaranys - keyboards
- Alvaro Seabra - bass, keyboards, electronic percussion, arranger (01), producer (01)
- Cleto Castañon - drums
+
- Roberto Meier - flute
- Francisco Gonçalves - oboe
- Mauro Avila - bassoon
- Duo Santoro - cello

Format: mp3 (320kbps) = 131,3 Мb

Pye Fyte - The Gathering Of The Krums [1998] - United States / Estados Unidos








Tracks:
All tracks written by John McNamara.
01. Invitation - 1:01
02. Pitch The Wort - 1:17
03. The Return - 5:00
04. Leaves - 4:19
05. The Party - 3:03
06. The Gathering - 0:55
07. Fields - 14:24
08. Depth Of Time - 11:52

Musicians:
- John McNamara - guitar, bass, synthesizer, Hammond C3, mellotron, Moog, backing vocals
- Mark Cella - drums, percussion
+
- Tim Kelly - lead vocals
- Bruce Alger - organ & Moog solo and additional comping
- Jim Ames - bass (03,05), lead vocals (05)

Format: mp3 (320kbps) = 98,7 Мb
Format: mp3 (320kbps) = 98,7 Мb (link 2)

sábado, 15 de julho de 2017

IQ - Ever [1993] - United Kingdom / Reino Unido


Tracks:
All tracks written by IQ.
01. The Darkest Hour – 10:50
02. Fading Senses – 6:35 including:
a). After All
b). Fading Senses
03. Out Of Nowhere – 5:07
04. Further Away – 14:26
05. Leap Of Faith – 7:21
06. Came Down – 5:53

Musicians:
- Peter Nicholls - lead and backing vocals
- Martin Orford - keyboards, mellotron, synthesizer, flute, backing vocals
- Mike Holmes - guitars, producer
- John Jowitt - bass, Pedalboard [Moog Taurus Bass Pedals], backing vocals
- Paul Cook - drums

Format: mp3 (320kbps) = 117,5 Мb

quinta-feira, 13 de julho de 2017

PROG IN RIO (JULHO DE 2017)

PROG IN RIO
(JULHO DE 2017)

EM COMEMORAÇÃO AOS 10 ANOS DO CENTRO DA MÚSICA CARIOCA - TIJUCA - RIO DE JANEIRO, A Vértice Cultural e Masque Records, estão produzindo uma série de shows nos sábados do mês de Julho sempre ás 19h30.

Já foram realizados dois grandes shows com a banda VITRAL (estreando nos palcos), e com a banda LUMMEN.

Anotem os próximos shows:

15 de julho - LUIZ ZANITH & BANDA

Acervo: Carlos Vaz
Lançamento da turnê "Introspecção", e pré-lançamento do primeiro CD da banda.

~~~~~~

22 de julho - TEMPUS FUGIT


Trazendo os 25 anos de carreira e com pré-lançamento do "The Dawn after the Storm" remasterizado, com faixas bônus do mais novo trabalho em estúdio da banda. 

Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente nos seguintes pontos de venda:

- Rock Session (Hélder) - Rua Conde de Bonfim, 80 - subsolo (galeria) - tel.: (21) 3168-4934.

- Rock'n Roll (Mara) - Rua das Laranjeiras, 29 - térreo - Laranjeiras Mall - (021) 2225-7170.

Valor dos ingressos:
Inteira: R$ 30,00
Meia: R$ 15,00

O Centro Cultural da Música Carioca está situado a Rua Conde de Bonfim, 824, Tijuca - Rio de Janeiro.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Genesis - Nursery Cryme [1971] [2013 Japan Mini LP SHM-CD Edition] - United Kingdom / Reino Unido


Uma das obras mais cultuadas e celebradas dos anos 70 e da história do Rock Progressivo é o terceiro álbum do Genesis, lançado em 1971, "Nursery Cryme". A história é a seguinte: o grupo que, na época contava com a liderança de Peter Gabriel, havia conseguido se livrar das amarras de produtores que queriam direcionar o som deles, como aconteceu com o infeliz primeiro álbum. Eles conseguiram obter relativo sucesso com seu segundo álbum, voltado ao som progressivo, "Trespass", porém, o baterista John Mayhew era considerado pouco técnico para os projetos ambiciosos da banda; entra em cena um jovem Phil Collins. Em outra reviravolta, o guitarrista Anthony Phillips havia deixado o grupo para estudar música clássica, conseguindo lançar em alguns anos, álbuns de sucesso como "The Geese and the Ghost"; entra em cena o guitarrista Steve Hackett, após um breve período da banda com Mick Barnard substituindo Phillips. Estava formada a equipe pioneira da banda.

Sendo assim, o grupo precisava de um sucesso estrondoso, algo que chamasse a atenção. A resposta veio na imagem bizarra de uma enfermeira, em um campo de críquete, com um arremessador ensanguentado nas mãos em posição de rebatedora e cabeças espalhadas pelo campo. A bizarrice era tamanha que todos queriam ver do que se tratava. Talvez você possa pensar que o grupo havia perdido a cabeça após tantos problemas, mas a verdade é que o Genesis havia elaborado uma grande obra-prima de sua discografia, músicas desafiadoras com um trabalho instrumental impecável e lírica riquíssima e elaborada. Este é o "Nursery Cryme".

O disco abre com um épico baseado em uma história escrita por Peter Gabriel, "The Musical Box". Sendo um enorme fã da obra poética de William Blake e dos contos de Lewis Carroll, Gabriel conta a história surreal de um casal de garotos, Cynthia e Henry, que moravam em uma casa de campo. Cynthia mata Henry com um martelo de críquete, decepando a cabeça do menino. Anos depois, ela encontra a caixinha de música dele e, ao abrí-la, vê o espírito de Henry dentro da caixa. Conforme Henry vai envelhecendo rápido, para compensar os anos que esteve longe de Cynthia, ele a manipula a ter relações sexuais com ela, ao mesmo tempo que o espírito experimenta uma vida inteira de prazeres sexuais em questão de minutos. Quando os dois estão prestes a entrelaçarem-se, chega a enfermeira que atira a caixinha de música em Henry, destruindo ambos. A ilustração da capa do disco é justamente um desenho de Cynthia. A música passa por mudanças de andamento muito interessantes, começa suave, gradativamente ganha força, retoma a suavidade e termina em um furioso ato final. Esta primeira faixa guarda reminiscências musicais de uma composição do grupo chamada "Manipulation", que teve sua gênese melódica ainda no período anterior da banda, com Anthony Phillips. Nela, Gabriel toca flauta e oboé nas partes calmas.

Outro destaque de grande importância é a terceira faixa, "The Return of the Giant Hogweed". É sobre uma erva que foi trazida da Rússia para a Inglaterra por um explorador e levada aos Jardins Reais de Kew. A erva se chama Heracleum mantegazzianum, e ela causa a ira das criaturas herbicidas que acabam querendo vingança. O trabalho instrumental aqui é único, com variações melódicas hora andantes e hora agressivas e rápidas, configurando todo um clima épico para a história.

E não podemos esquecer de um outro grande destaque do álbum, "The Fountain of Salmacis", presença em muitas das apresentações da época. É uma das composições mais herméticas e complexas do Genesis. A letra, também singular, fala sobre a ninfa do título que se envolve em um caso amoroso com o deus Hermafrodito, filho dos deuses Hermes e Afrodite. De acordo com a lenda, Hermafrodito amaldiçoou as águas do Monte Ida, de forma que, quem se banhasse nelas, viraria um ser hermafrodita, ou seja, um ser de ambos os sexos. Uma das composições mais desafiadoras e interessantes da era Peter Gabriel que fecha o terceiro álbum do grupo e os leva ao estrelato.

Passado o material mais importante, há também outras coisas bastante interessantes e que fazem deste disco um grande clássico de seu gênero. "For Absent Friends" é uma curta e doce canção sobre duas pessoas viúvas indo à igreja rezar por seus falecidos amores; é a primeira canção do Genesis onde Phil Collins assume os vocais sozinho; com a ausência de bateria na canção, Collins tem total liberdade para sair de seu kit e cantar. "Seven Stones", que foi influenciada por uma composição do grupo inglês King Crimson. Tony Banks até acabou comprando um mellotron específico do Crimson para uso em várias outras músicas do Genesis. Conta sobre um velho muito esperto e aproveitador que se sobressai acreditando na sorte e na inocência de suas vítimas.

"Harold the Barrel" é a primeira vez que o Genesis insere timidamente humor em suas composições. Conta a investigação para encontrar um dono de restaurante que desapareceu e acabou cometendo suicídio se jogando da janela. Os arranjos são animados apesar da lírica pesada, quem vê Harold pela janela fica pedindo a ele para descer, vem até gente dizendo para ele que a BBC estava chegando e tudo acaba abruptamente quando Harold abandona o recinto pela janela e o piano de Banks vai dando as últimas e melancólicas notas. Finalmente, "Harlequin" tenta pintar um quadro de uma figura surrealista cheia de cores mas com componentes cinzentos que indicam algum tipo de distúrbio, algo que não pertence àquele quadro. A música não agrada tanto Mike Rutherford que diz ter tentado chegar perto de demonstrar a dinâmica que ele e seu parceiro dos discos anteriores, Anthony Phillips, tinham com as harmonizações no violão, tocando um 12 cordas para alcançar o efeito. De forma geral, Rutherford confessa que "Nursery Cryme" foi um álbum bem difícil de se compor.

E levando em consideração o resultado final, percebe-se o motivo de tal afirmação. É um disco melódico, hermético por várias vezes, cheio de passagens interessantes, os estreantes Steve Hackett e Phil Collins dão tudo de si para fazerem este material brilhar mais ainda junto aos integrantes antigos da banda, a dinâmica do grupo é bastante natural e reflete um momento de pura inspiração. Em conclusão, um álbum que qualquer amante de música progressiva precisa escutar. Ele faz parte de um contexto em uma época de grande efervescência do gênero Progressivo, onde as bandas tentavam sempre se sobressair em suas experimentações. Após dois discos com vários problemas internos, sendo que apenas um deles realmente se sobressaiu, o Genesis finalmente estabiliza sua formação pioneira e realiza uma grande obra-prima.

Resenha por:


Tracks:
01. The Musical Box
02. For Absent Friends
03. The Return of the Giant Hogweed
04. Seven Stones
05. Harold the Barrel
06. Harlequin
07. The Fountain of Salmacis

Musicians:
- Tony Banks / organ, mellotron, piano, electric piano, 12 string guitar, voices 
- Phil Collins / drums, voices, percussion, lead vocals(2) 
- Peter Gabriel / lead voice, flute, tambourine, bass drum 
- Steve Hackett / electric and 12 string guitar 
- Mike Rutherford / bass guitar, bass pedals, 12 string guitar, backing vocals

Format: mp3 (320 kbps) = 108 mb

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Agamemnon - Agamemnon Part I & II [1981] - Switzerland / Suiça


Agamemnom gravou esse seu primeiro e único registro em 1980 mas o disco soa como se tivesse sido gravado uma década antes, pois sofre de má mixagem e carência na percussão.

O álbum tem como tema duas histórias de um antigo e mitológico herói grego. A banda oferece um bom vocalista que em alguns momentos pode trazer a memória o músico inglês Cat stevens, mas seu desempenho é agradável de qualquer maneira. As composições e a estrutura harmônicas são muito básicas e muito repetitivas ao longo do tempo, com um grande momento por volta dos 10 minutos da parte 1, mas nada mais do que isso. A parte termina abruptamente com um fade out que significa que não se tinha a intenção de acabar nesse ponto durante a gravação. 

Com a parte 2, felizmente começa a se ouvir com mais nitidez o baixista. Seu desemprenho é muito musical e acima de toda a gravação. Os solos de teclado são quentes e deliciosos em todo o álbum. O solo de piano no 12º minuto da Parte 2 é surpreendentemente acima do desempenho geral do álbum.

Enfim um disco mediano, mas significante para os estéreis anos 80. Recomendado para colecionadores de Symphonic Prog Rock.


Tracks:
1. Agamemnons Youth (19:26)
2. Agamemnon, King Of Mykene (19:16)
Time: 38:42

Musicians:
- Erich Kuster / vocals, guitars, organ
- Werner Kuster / piano, keyboards, guitars, flute
- Walter Rothmund / bass, keyboards
- Urs Ritter / drums

Format: flac (image) = 280 mb
Format: mp3 (320 kbps) = 94 mb

Pesquisar este blog

WORLD