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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Lummen - Pequena Canção Profana / Tempo Imóvel

terça-feira, 18 de julho de 2017

Kaizen - Gargula [1994] - Brasil / Brazil





Tracks:
01. Abertura (Kleber Vogel, Alvaro Seabra) - 4:43
02. Zenith - 12:52
03. Gargula - 5:58
04. Noturno - 6:24
05. Runas - 9:39
06. Horda - 6:48
07. Kaizen - 9:11

Musicians:
- Kleber Vogel - violins, mandolin, arranger, conductor, producer
- Carlos Albuquerque - guitars
- Ronaldo Dos Guaranys - keyboards
- Alvaro Seabra - bass, keyboards, electronic percussion, arranger (01), producer (01)
- Cleto Castañon - drums
+
- Roberto Meier - flute
- Francisco Gonçalves - oboe
- Mauro Avila - bassoon
- Duo Santoro - cello

Format: mp3 (320kbps) = 131,3 Мb

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Sagrado Coração da Terra - Sagrado Coração da Terra [1984] - Brazil / Brasil



Belas canções! Excelente instrumental, harmonias e arranjos surpreendentes e encantadores!

Não chega a ser uma obra-prima devido a parte do álbum não ser Prog e se excederem em algumas influências Pop, mas todas as músicas são boas. Alguns momentos são muito, muito progressivos e bonitos. Teclados, flauta, violino e vocais são os instrumentos que mais aparece no álbum.

As letras em português são muito espirituais, mágicas e muito poéticas.

Este álbum não vai machucar os seus ouvidos, é para ouvir e relaxar...

O seu auto-intitulado álbum começa com "Asas", uma faixa claramente na veia dos anos 80, não é Neo Prog mas algum tipo de Pop Sinfônico, apesar das excelentes performances de violino e vocais corretos por Marcus Viana e Vanessa Falabella, eles não voam muito alto.

"Lições da Historia" tem uma introdução longa, versos poéticos e um violino excitante. 

"Arte do Sol" começa como uma balada suave, mas depois de um minuto e meio adquire um pouco mais de força, mas com o mesmo humor, a aderência flui suavemente para a final com um desempenho excelente. 

"A Glória das Manhas" começa com uma flauta doce que vai em quase 5 minutos, sem mudanças radicais, é apenas nos últimos minutos, quando você pode desfrutar de uma seção elaborada. 

"Feliz", em contraste com o nome, é uma canção nostálgica com um solo de violino incrivelmente belo, que dura 55 segundos e funciona como uma introdução para a excelente "Deus Dancarino", uma faixa pomposa e bem elaborada, onde toda a banda dá uma das melhores performances, especialmente Marcus Viana com seu violino. O ponto mais alto do álbum até este ponto.

"A memória das Selvas" outra canção notável que mistura ritmos com um sabor de selva e um desempenho de teclado na veia de Vangelis nos primeiros álbuns. Pomposa e brilhante, outra grande canção.

"Corpo Veleiro" é apenas mais uma balada, mais uma vez bem poética. 

"Sagrado" coloca a banda novamente no caminho do Rock Progressivo, com arranjos pomposos, excelentes performances, mudanças radicais e um par de solos incríveis e a doce voz de Vanessa Falabella, que coloca a cereja sobre o bolo.

O álbum termina com "A Vida é Terna", mais uma vez eles caem na facilidade da balada suave.

Para resumir, "Sagrado Coração da Terra" é um álbum um pouco irregular, com momentos magníficos e um pouco fracos; com faixas fortes e elaboradas ao lado de longas baladas, mas ainda assim um marco para o estilo Prog no Brasil, ainda mais se tratando dos estéreis anos 80.

Tracks:
1. Asas (2:54) 
2. Lições da história (4:36) 
3. Arte do sol (3:57) 
4. A glória das manhãs (7:14) 
5. Feliz (0:55) 
6. Deus dançarino (2:13) 
7. Memória das selvas (2:08) 
8. Corpo veleiro (5:05) 
9. Sagrado (6:55) 
10. A vida é terna (2:30)
Time: 38:27

Musicians:
- Inês Brando / piano (6) 
- Fernando Campos / Arp Avatar, electrc guitar(9) 
- Lincoln Cheib / Pratos (7) 
- Gilberto Diniz / bass (5) 
- Vanessa Falabella / vocals 
- Marquinhos Gaughin / bass 
- Giácomo Lombardi / synthesizers (6) 
- Alexandre Lopes / acoustic guitar (4-5-8) guitar synthesizer (9) 
- Nenen / drums, Timpani 
- Paulinho Santos / percussion 
- Andersen Viena / fFlute(2-5) 
- Marcus Viana / vocals, violins, keyboards, Tympani 
- Miriam Rugani Vianna / harp (10) 
- Sebastião Vianna / flute (10)

Format: flac (image) = 205 mb = Mega
Format: mp3 (320 kbps) = 99 mb = Mega
Format: mp3 (128 kbps) = 36 mb = yandex

Sagrado Coração da Terra - Sagrado Coração da Terra [1984] - Brazil / Brasil

terça-feira, 16 de junho de 2015

Os Mutantes - Tudo Foi Feito Pelo Sol [1974] [REMASTERED WITH BONUS TRACKS] - Brazil / Brasil




"Tudo Foi Feito pelo Sol" é o sexto álbum da banda brasileira Os Mutantes. Contando apenas com o guitarrista Sérgio Dias da formação original, neste álbum a banda já apresenta um encaminhamento para o Rock Progressivo, com músicas longas e elaboradas.

Uma das curiosidades deste trabalho foi que ele teria sido gravado somente em um take. Os músicos estavam gravando a primeira música, "Pitágoras", quando Túlio Mourão sinalizou para os integrantes seguirem as gravações. Assim foram executadas todas as faixas do álbum sem interrupções de qualquer espécie ou pausa, fato que ainda carece de fontes confiáveis para confirmação.

Mesmo sem os integrantes originais Rita Lee e Arnaldo Batista a turnê de divulgação foi a mais longa, com mais shows e maior vendagem de discos. O baixista Liminha chegou a compor parte do material do disco, mas deixou a banda pouco antes das gravações.

Lançado pela Som Livre, após o fim do contrato da banda com a Phillips, a fortuna do álbum aumentaria nos anos vindouros. Com o tempo, "Tudo foi feito..." seria artigo de colecionador, disputado a peso de ouro por colecionadores europeus e eleito, por boa parte da crítica musical, como um dos melhores discos do Rock Progressivo brasileiro de todos os tempos. A mesma formação dos Mutantes gravou ainda o compacto duplo Cavaleiros Negros, lançado em 1976, e que está presente aqui como bonus tracks nessa edição remasterizada e estendida.


Tracks:
1. Deixe Entrar Um Pouco D'Água No Quintal (5:04)
2. Pitágoras (6:55)
3. Desanuviar (8:08)
4. Eu Só Penso Em Te Ajudar (4:55)
5. Cidadão Da Terra (5:51)
6. O Contrário Do Nada É Nada (2:55)
7. Tudo Foi Feito Pelo Sol (8:43)
Bonus Tracks:
8. Cavaleiros Negros (8:36)
9. Tudo Bem (4:23)
10. Balada Do Amigo (3:34)
Time: 59:04

Musicians:
- Sergio Dias Baptista / guitars, sitar, lead vocals
- Túlio Mourão / piano, Hammond organ, MiniMoog, vocals
- A. Pedro de Medeiros / bass, backing vocals
- Rui Motta / drums, percussion, backing vocals

Format: flac (image + cue) = 431 mb = Mega
Format: mp3 (320 kbps) = 143 mb = Mega

Os Mutantes - Tudo Foi Feito Pelo Sol [1974] [REMASTERED WITH BONUS TRACKS] - Brazil / Brasil

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Quaterna Réquiem - O Arquiteto [2012] - Brazil / Brasil


Considerada uma das melhores bandas do estilo surgidas para o mundo no início dos anos 90 e comandada pela professora de música erudita e mestre nos teclados Elisa Wiermann e por seu irmão artista plástico (pintor) e baterista Cláudio Dantas (nas duas atividades um dos melhores do país) acompanhados de ótimos músicos que completam a banda: Kleber Vogel, violino; Roberto Crivano, guitarra e Jorge Mathias, baixo, o QR lançou esse maravilhoso terceiro disco de estúdio, que levou anos para ser gerado.

Trata-se de trabalho conceitual abordando os maiores arquitetos do mundo. Cada tema remete a um grande nome que são inspiração para a suíte, de países e estilos de época diferentes: Itália - Renascença, França - Barroco/Classicismo, EUA - Modernismo, Espanha - Romantismo e Brasil - Modernismo/Contemporâneo.

Oscar Niemeyer ouviu e deu seu depoimento (de grande valia, não é mesmo?): "Além de agradecido pela gentileza de uma faixa musical dedicada a mim, constatei que o CD "O Arquiteto" lançado pelo grupo musical Quaterna Réquiem mostra a capacidade de suas músicas em ver e sentir a arquitetura do mesmo modo que sua própria música. Um projeto da mais alta qualidade e conteúdo artístico, que muito me agradou."

Como seria de se esperar da banda, o trabalho é todo baseado num Symphonic Prog de extremo bom gosto e sensibilidade com pianos, violinos e teclados, como pode-se notar na primeira faixa 'Preludium' e também na segunda "Mosaicos" com seu piano, violão clássico acústico de Roberto Crivano e e camadas de teclados.



No dia 17/01/2014, realizaram um show esplendoroso, magnífico e extremamente emocionante na tenda do Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro - show este que fazia parte do cronograma de apresentações da Mostra Internacional de Rock Progressivo, que contou entre outros nomes de peso com atrações internacionais: CARL PALMER BAND e PREMIATA FORNERIA MARCONI. Não há quem não tenha saído extasiado (eu incluido) com o "poder de fogo" da banda que mantém a jovialidade e energia do Rock Sinfônico nacional, como no início de sua carreira.

Tracks:
1. Preludium (11:05)
2. Mosaicos (4:31)
3. Fantasia Urbana (11:51)
4. Suite O Arquiteto...
I - Bramante (4:49) Interludio Pedra (2:21)
II - Mansart (3:31) Interludio Vidro (1:40)
III - Frank Lloyd (7:34) Interludio Madeira (2:42)
IV - Gaudi (13:25) - Interludio Concreto (0:42)
V - Niemeyer (5:35)
VI - Desconstrução (3:12)
VII - Postludium (4:35)
Total Time: 77:53

Musicians:
- Claudio Dantas / drums
- Elisa Wiermann / keyboards
- Kleber Vogel / violin
- Roberto Crivano / guitars
- Jorge Matias / bass

Format: flac (tracks + cue) = 476 mb =  mega (parte 1) / mega (parte 2) / pass = makina
Format: mp3 (320 kbps) = 178 mb = Mega / pass = muro

Quaterna Réquiem - O Arquiteto [2012] - Brazil / Brasil


Considerada uma das melhores bandas do estilo surgidas para o mundo no início dos anos 90 e comandada pela professora de música erudita e mestre nos teclados Elisa Wiermann e por seu irmão artista plástico (pintor) e baterista Cláudio Dantas (nas duas atividades um dos melhores do país) acompanhados de ótimos músicos que completam a banda: Kleber Vogel, violino; Roberto Crivano, guitarra e Jorge Mathias, baixo, o QR lançou esse maravilhoso terceiro disco de estúdio, que levou anos para ser gerado.

Trata-se de trabalho conceitual abordando os maiores arquitetos do mundo. Cada tema remete a um grande nome que são inspiração para a suíte, de países e estilos de época diferentes: Itália - Renascença, França - Barroco/Classicismo, EUA - Modernismo, Espanha - Romantismo e Brasil - Modernismo/Contemporâneo.

Oscar Niemeyer ouviu e deu seu depoimento (de grande valia, não é mesmo?): "Além de agradecido pela gentileza de uma faixa musical dedicada a mim, constatei que o CD "O Arquiteto" lançado pelo grupo musical Quaterna Réquiem mostra a capacidade de suas músicas em ver e sentir a arquitetura do mesmo modo que sua própria música. Um projeto da mais alta qualidade e conteúdo artístico, que muito me agradou."

Como seria de se esperar da banda, o trabalho é todo baseado num Symphonic Prog de extremo bom gosto e sensibilidade com pianos, violinos e teclados, como pode-se notar na primeira faixa 'Preludium' e também na segunda "Mosaicos" com seu piano, violão clássico acústico de Roberto Crivano e e camadas de teclados.



No dia 17/01/2014, realizaram um show esplendoroso, magnífico e extremamente emocionante na tenda do Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro - show este que fazia parte do cronograma de apresentações da Mostra Internacional de Rock Progressivo, que contou entre outros nomes de peso com atrações internacionais: CARL PALMER BAND e PREMIATA FORNERIA MARCONI. Não há quem não tenha saído extasiado (eu incluido) com o "poder de fogo" da banda que mantém a jovialidade e energia do Rock Sinfônico nacional, como no início de sua carreira.

Tracks:
1. Preludium (11:05)
2. Mosaicos (4:31)
3. Fantasia Urbana (11:51)
4. Suite O Arquiteto...
I - Bramante (4:49) Interludio Pedra (2:21)
II - Mansart (3:31) Interludio Vidro (1:40)
III - Frank Lloyd (7:34) Interludio Madeira (2:42)
IV - Gaudi (13:25) - Interludio Concreto (0:42)
V - Niemeyer (5:35)
VI - Desconstrução (3:12)
VII - Postludium (4:35)
Total Time: 77:53

Musicians:
- Claudio Dantas / drums
- Elisa Wiermann / keyboards
- Kleber Vogel / violin
- Roberto Crivano / guitars
- Jorge Matias / bass

Format: flac (tracks + cue) = 476 mb =  mega (parte 1) / mega (parte 2) / pass = makina
Format: mp3 (320 kbps) = 178 mb = Mega / pass = muro

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Quaterna Réquiem - Livre [1999] - Brazil / Brasil


Quaterna Requiem emergiu como uma das melhores bandas do Brasil durante os anos 90 em um momento em que, por coincidência, o Prog sinfônico estava passando por uma espécie de ressurgimento. 

O álbum é gravado ao vivo retirado de um concerto no Teatro Scala, no Rio de Janeiro; a qualidade do som é excelente. Duas faixas aparecem aqui e são inéditas,"Triade" e "Solo De Bateria", três retiradas do álbum "Quasimodo", e  a última faixa "Velha Gravura" que é originária do primeiro disco de mesmo nome conta com a participação de Kleber Vogel tocando violino. 

A marca do Quaterna Requiem é o Prog Sinfônico que é influenciada pela música clássica, embora essa influência vai muito além, na medida em que o período medieval também está presente nas melodias criadas. 

"Fanfarra", que começa soando praticamente como uma fanfarra da Idade Média tocada em instrumentos elétricos, é uma versão maravilhosamente energética com uma melodia que tem uma guitarra cortante de José Crivano disputando com sintetizador de Elisa Wiermann como o principal foco de atenção.

"Quasimodo", ou, pelo menos, uma versão truncada, já que a original tem pelo menos 38 minutos, está  reduzida para pouco mais de 19 minutos. Ainda assim, a musicalidade é de alto nível e é uma performance épica, dada a natureza labiríntica da faixa. 

"Triade" é uma boa faixa.

A poderosa "Irmaos Grimm" inicia , resumindo a fusão perfeita de floreios medievais com Rock Progressivo suave. A energia da música torna-a uma experiência "ardente" e sempre altamente melódica.

O baterista Claudio Dantas produz um solo de bateria estrondoso que nos leva à última faixa, a versão de 23 minutos de "Velha Gravura". Considerando que o corte estúdio de "Quasimodo" foi abreviada para metade de sua duração para esta performance ao vivo, "Velha Gravura" foi duplicada para dar espaço para alguns solos prolongados de Kleber Vogel, cujo violino é sempre elegante e colorido. Esplêndida, mais dinâmica e ainda melhor do que o original.

Este álbum é uma excelente introdução à carreira do Quaterna Requiem embora eu ainda recomende seus álbuns de estúdio. Ótima audição !!!


Tracks:
1. Fanfarra (5:41)
2. Quasimodo (19:03)
3. Triade (4:27)
4. Irmãos Grimm (11:26)
5. Solo de Bateria (6:04)
6. Velha Gravura (23:06)
Total Time: 69:47

Musicians:
- José Roberto Crivano / acoustic & electric guitars
- Cláudio Dantas / drums, percussion
- Fred Fontes / bass
- Elisa Wiermann / keyboards, arrangements

Format: flac (tracks + cue) = 503 mb = Mega
Format: mp3 (320 kbps) = 162 mb = Zippyshare / pass = muro
Format: flac (image + cue) = 513 mb =  Depositfiles (parte 1) / Depositfiles (parte 2) / pass = makina
Format: flac (image + cue) = 465 mb = Mega (parte 1) / Mega (parte 2) / pass = makina
scans

Quaterna Réquiem - Livre [1999] - Brazil / Brasil


Quaterna Requiem emergiu como uma das melhores bandas do Brasil durante os anos 90 em um momento em que, por coincidência, o Prog sinfônico estava passando por uma espécie de ressurgimento. 

O álbum é gravado ao vivo retirado de um concerto no Teatro Scala, no Rio de Janeiro; a qualidade do som é excelente. Duas faixas aparecem aqui e são inéditas,"Triade" e "Solo De Bateria", três retiradas do álbum "Quasimodo", e  a última faixa "Velha Gravura" que é originária do primeiro disco de mesmo nome conta com a participação de Kleber Vogel tocando violino. 

A marca do Quaterna Requiem é o Prog Sinfônico que é influenciada pela música clássica, embora essa influência vai muito além, na medida em que o período medieval também está presente nas melodias criadas. 

"Fanfarra", que começa soando praticamente como uma fanfarra da Idade Média tocada em instrumentos elétricos, é uma versão maravilhosamente energética com uma melodia que tem uma guitarra cortante de José Crivano disputando com sintetizador de Elisa Wiermann como o principal foco de atenção.

"Quasimodo", ou, pelo menos, uma versão truncada, já que a original tem pelo menos 38 minutos, está  reduzida para pouco mais de 19 minutos. Ainda assim, a musicalidade é de alto nível e é uma performance épica, dada a natureza labiríntica da faixa. 

"Triade" é uma boa faixa.

A poderosa "Irmaos Grimm" inicia , resumindo a fusão perfeita de floreios medievais com Rock Progressivo suave. A energia da música torna-a uma experiência "ardente" e sempre altamente melódica.

O baterista Claudio Dantas produz um solo de bateria estrondoso que nos leva à última faixa, a versão de 23 minutos de "Velha Gravura". Considerando que o corte estúdio de "Quasimodo" foi abreviada para metade de sua duração para esta performance ao vivo, "Velha Gravura" foi duplicada para dar espaço para alguns solos prolongados de Kleber Vogel, cujo violino é sempre elegante e colorido. Esplêndida, mais dinâmica e ainda melhor do que o original.

Este álbum é uma excelente introdução à carreira do Quaterna Requiem embora eu ainda recomende seus álbuns de estúdio. Ótima audição !!!


Tracks:
1. Fanfarra (5:41)
2. Quasimodo (19:03)
3. Triade (4:27)
4. Irmãos Grimm (11:26)
5. Solo de Bateria (6:04)
6. Velha Gravura (23:06)
Total Time: 69:47

Musicians:
- José Roberto Crivano / acoustic & electric guitars
- Cláudio Dantas / drums, percussion
- Fred Fontes / bass
- Elisa Wiermann / keyboards, arrangements

Format: flac (tracks + cue) = 503 mb = Mega
Format: mp3 (320 kbps) = 162 mb = Zippyshare / pass = muro
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Format: flac (image + cue) = 465 mb = Mega (parte 1) / Mega (parte 2) / pass = makina
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domingo, 22 de junho de 2014

Recordando o Vale das Maçãs - 1977 - 1982 [2002] - Brazil / Brasil


As bandas da América do Sul, parecem não ter muito destaque em críticas e resenhas, mas esta certamente merece toda a sua atenção. Esta "one shot band", como muitas outras grandes bandas italianas também entram na divisão de maravilha sinfônica.

O ano de 1977 viu nascer no Brasil esta gema do rock progressivo nacional. Através do álbum As Crianças da Nova Floresta, o Recordando o Vale das Maçãs estabeleceu-se como um dos principais nomes da música na virada da década de 70 e para os 80, com canções que remetiam para as origens do rock progressivo, mas sem exagerar em técnica ou virtuosismo, apenas empregando letras sensacionais em arranjos belíssimos e encantadoramente trabalhados.

O Recordando o Vale das Maçãs foi formado em 1973, em Santos (SP) através dos amigos Fernando Pacheco (violões e voz), Fernando Motta (violões e percussão) e Domingos Mariotti (flauta, voz), com a ideia de tentar mostrar o som da natureza através da música. Motta e Pacheco já haviam tocado juntos nos grupos Os Lobos e End Up Six.

Com o passar dos anos novos músicos uniram-se ao grupo, sendo que Domingos saiu em 1977. Pacheco, Motta, Luis Aranha (violino), Moacir Amaral (flautas), Eliseu de Oliveira (teclados), Ronaldo Mesquita (baixo) e Milton Bernardes (bateria) gravaram "As Crianças da Nova Floresta", gravado em 1977, mas lançado em 1978, e que é considerado por muitos o melhor disco de rock progressivo brasileiro já lançado (na frente de qualquer um de O Terço, Mutantes, O Som Nosso de Cada Dia e Módulo 1000). 

De uma forma geral, o disco apresenta letras similares às do YES, contando histórias de alegria, superação, força de vontade e também alguns momentos de misticismo, sempre passando um lado “natureza” em todas as faixas, destacando o excelente trabalho entre flauta, violões e percussão. As canções do Lado A de "As Crianças da Nova Floresta", tratam sobre esperança (“Rancho, Filhos e Mulher”, mitologia (“Besteira”), loucura (“Olhar de Um Louco”) e vida (“Raio de Sol”).

Na quinta faixa, antigo lado B do vinil, o começo suave, com a flauta e os violinos sendo introduzidos ao mesmo tempo do violão e do baixo (que merece destaque em todo o álbum), dão sequência ao estribilho de teclados que leva ao início a letra (“quando eu penso nas voltas, que a vida, nos leva a dar …”). O ritmo lento, com a flauta fazendo intervenções junto com a voz, é simplesmente encantador. A bateria segura de Milton marca a canção quase com uma precisão cirúrgica, enquanto a letra vai discorrendo sobre como se livrar dos problemas, vendo que outras pessoas tem problemas piores que você, que você precisa mudar algumas situações/opiniões para ser mais feliz. 

As harmonias vocais juntamente dos tecados vão aumentando o ritmo da canção, até chegarmos no momento onde você “encara os problemas de frente”, com um belo solo de baixo seguido por uma sequência de solos de teclado e baixo. A flauta soa mais forte, acompanhada pelo violão de 12 cordas de Pacheco, onde as verdades que precisam ser vistas são mostradas. 

“Olhe tudo do jeito que você quiser ver, mas antes olhe pra dentro de você, o caminho começa por aí” é o ponto mais forte da canção, que segue no mesmo ritmo, com o baixo tomando conta da canção juntamente com a letra e os acompanhamentos dos violões. Por fim, “unam-se as mãos e venham conhecer essas crianças, por que essas crianças são vocês” encerra a letra, mostrando que todos somos crianças, que temos que evoluir e não criar problemas, mas sim aprender a solucioná-los. Uma bela letra para uma bela canção, que termina com uma voz feminina angelical, que não dá pra saber se é de uma mulher ou de uma menina, mas que fecha com chave de ouro essa canção. Esses vocais foram feitos pela cantora Cristina Lobão, que saiu do grupo ainda em 1977.

O grupo acabou sendo contratado exclusivo da TV TUPI, chegando inclusive a ter um clip que passava 6 vezes por dia na TV, durante 3 meses. Paralelo a isso, o Recordando o Vale das Maçãs participou regularmente de um dos maiores programas de audiencia na época, “Almoço com as Estrelas”, apresentado por Lolita Rodrigues e Airton Rodrigues.

Em 1982, o grupo lançou o compacto “Sorriso de Verão/Flores na Estrada”, que segue a mesma linha do LP lançado quatro anos antes, agora com o baterista Lourenço Gotti, mas infelizmente a banda não atingiu o sucesso que merecia. A TV TUPI já havia fechado, e o Recordando o Vale das Maçãs passou a gravar especiais para TV Cultura, e participando de programas na Bandeirantes e Globo, com “Sorriso de Verão” levando-os ao primeiro lugar nas rádios (FM) de Santos, onde permaneceram durante 6 meses.

Depois disso, o grupo separou-se. Em 1987, Fernando Pacheco lançou o excelente "Himalaia", que conta com a participação de alguns músicos do RVM no lado A.

Resenha por


Tracks:
1. Ranchos, Filhos e Mulher (3:08) 
2. Besteira (4:05) 
3. Olhar de hum Louco (3:53) 
4. Raio de Sol (6:08) 
5. Como criancas da Nova Floresta (18:10) 
Bonus Tracks: 
6. Sorriso de Verão (3:00) 
7. Flores na Estrada (2:34) Tempo total: 41:04

Musicians:
- Fernando Pacheco / elétricos e acústicos guitarras 
- Miltom Bernardes / bateria (1-5), percussão (1-5), vocal (1-5) 
- L. Gotti / bateria (6-7), percussão (6-7) 
- Eliseu Filho (Lee) / teclados, violino 
- Ronaldo Mesquita (Gui) / baixo Convidados: - Fernando Motta guitarra / acústico em 5,6 - Domingos Mariotti / flauta, chifre digitais - Fernando Ramos / teclados / vocais - Cristina adicionais

Format: flac (tracks + cue) = 304 mb = Torrent
Format: flac (tracks + cue) = 307 mb = Mega
Format: MP3 (320 kbps) = 130 mb = Mega

Recordando o Vale das Maçãs - 1977 - 1982 [2002] - Brazil / Brasil


As bandas da América do Sul, parecem não ter muito destaque em críticas e resenhas, mas esta certamente merece toda a sua atenção. Esta "one shot band", como muitas outras grandes bandas italianas também entram na divisão de maravilha sinfônica.

O ano de 1977 viu nascer no Brasil esta gema do rock progressivo nacional. Através do álbum As Crianças da Nova Floresta, o Recordando o Vale das Maçãs estabeleceu-se como um dos principais nomes da música na virada da década de 70 e para os 80, com canções que remetiam para as origens do rock progressivo, mas sem exagerar em técnica ou virtuosismo, apenas empregando letras sensacionais em arranjos belíssimos e encantadoramente trabalhados.

O Recordando o Vale das Maçãs foi formado em 1973, em Santos (SP) através dos amigos Fernando Pacheco (violões e voz), Fernando Motta (violões e percussão) e Domingos Mariotti (flauta, voz), com a ideia de tentar mostrar o som da natureza através da música. Motta e Pacheco já haviam tocado juntos nos grupos Os Lobos e End Up Six.

Com o passar dos anos novos músicos uniram-se ao grupo, sendo que Domingos saiu em 1977. Pacheco, Motta, Luis Aranha (violino), Moacir Amaral (flautas), Eliseu de Oliveira (teclados), Ronaldo Mesquita (baixo) e Milton Bernardes (bateria) gravaram "As Crianças da Nova Floresta", gravado em 1977, mas lançado em 1978, e que é considerado por muitos o melhor disco de rock progressivo brasileiro já lançado (na frente de qualquer um de O Terço, Mutantes, O Som Nosso de Cada Dia e Módulo 1000). 

De uma forma geral, o disco apresenta letras similares às do YES, contando histórias de alegria, superação, força de vontade e também alguns momentos de misticismo, sempre passando um lado “natureza” em todas as faixas, destacando o excelente trabalho entre flauta, violões e percussão. As canções do Lado A de "As Crianças da Nova Floresta", tratam sobre esperança (“Rancho, Filhos e Mulher”, mitologia (“Besteira”), loucura (“Olhar de Um Louco”) e vida (“Raio de Sol”).

Na quinta faixa, antigo lado B do vinil, o começo suave, com a flauta e os violinos sendo introduzidos ao mesmo tempo do violão e do baixo (que merece destaque em todo o álbum), dão sequência ao estribilho de teclados que leva ao início a letra (“quando eu penso nas voltas, que a vida, nos leva a dar …”). O ritmo lento, com a flauta fazendo intervenções junto com a voz, é simplesmente encantador. A bateria segura de Milton marca a canção quase com uma precisão cirúrgica, enquanto a letra vai discorrendo sobre como se livrar dos problemas, vendo que outras pessoas tem problemas piores que você, que você precisa mudar algumas situações/opiniões para ser mais feliz. 

As harmonias vocais juntamente dos tecados vão aumentando o ritmo da canção, até chegarmos no momento onde você “encara os problemas de frente”, com um belo solo de baixo seguido por uma sequência de solos de teclado e baixo. A flauta soa mais forte, acompanhada pelo violão de 12 cordas de Pacheco, onde as verdades que precisam ser vistas são mostradas. 

“Olhe tudo do jeito que você quiser ver, mas antes olhe pra dentro de você, o caminho começa por aí” é o ponto mais forte da canção, que segue no mesmo ritmo, com o baixo tomando conta da canção juntamente com a letra e os acompanhamentos dos violões. Por fim, “unam-se as mãos e venham conhecer essas crianças, por que essas crianças são vocês” encerra a letra, mostrando que todos somos crianças, que temos que evoluir e não criar problemas, mas sim aprender a solucioná-los. Uma bela letra para uma bela canção, que termina com uma voz feminina angelical, que não dá pra saber se é de uma mulher ou de uma menina, mas que fecha com chave de ouro essa canção. Esses vocais foram feitos pela cantora Cristina Lobão, que saiu do grupo ainda em 1977.

O grupo acabou sendo contratado exclusivo da TV TUPI, chegando inclusive a ter um clip que passava 6 vezes por dia na TV, durante 3 meses. Paralelo a isso, o Recordando o Vale das Maçãs participou regularmente de um dos maiores programas de audiencia na época, “Almoço com as Estrelas”, apresentado por Lolita Rodrigues e Airton Rodrigues.

Em 1982, o grupo lançou o compacto “Sorriso de Verão/Flores na Estrada”, que segue a mesma linha do LP lançado quatro anos antes, agora com o baterista Lourenço Gotti, mas infelizmente a banda não atingiu o sucesso que merecia. A TV TUPI já havia fechado, e o Recordando o Vale das Maçãs passou a gravar especiais para TV Cultura, e participando de programas na Bandeirantes e Globo, com “Sorriso de Verão” levando-os ao primeiro lugar nas rádios (FM) de Santos, onde permaneceram durante 6 meses.

Depois disso, o grupo separou-se. Em 1987, Fernando Pacheco lançou o excelente "Himalaia", que conta com a participação de alguns músicos do RVM no lado A.

Resenha por


Tracks:
1. Ranchos, Filhos e Mulher (3:08) 
2. Besteira (4:05) 
3. Olhar de hum Louco (3:53) 
4. Raio de Sol (6:08) 
5. Como criancas da Nova Floresta (18:10) 
Bonus Tracks: 
6. Sorriso de Verão (3:00) 
7. Flores na Estrada (2:34) Tempo total: 41:04

Musicians:
- Fernando Pacheco / elétricos e acústicos guitarras 
- Miltom Bernardes / bateria (1-5), percussão (1-5), vocal (1-5) 
- L. Gotti / bateria (6-7), percussão (6-7) 
- Eliseu Filho (Lee) / teclados, violino 
- Ronaldo Mesquita (Gui) / baixo Convidados: - Fernando Motta guitarra / acústico em 5,6 - Domingos Mariotti / flauta, chifre digitais - Fernando Ramos / teclados / vocais - Cristina adicionais

Format: flac (tracks + cue) = 304 mb = Torrent
Format: flac (tracks + cue) = 307 mb = Mega
Format: MP3 (320 kbps) = 130 mb = Mega

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Moto Perpétuo - Moto Perpétuo [1974] - Brazil / Brasil

ORIGINAL POST
POSTAGEM ORIGINAL


Os brasileiros do MOTO PERPETUO formaram essa banda em 1973, instigado por Guilherme Arantes (piano e voz) e Cláudio Lucci (violões, violoncelo, violino, vocal). Se conheceram na faculdade de arquitetura e urbanismo. Egydio Conde (guitarra, vocais), Diógenes Burani (percussão e vocal) e Gerson Tatini (baixo, vocais) foram adicionados depois ao line-up, e no início de 1974 eles entraram no estúdio e gravaram o seu auto-intitulado álbum de estréia que foi lançado pouco tempo depois.

Em 1975 Arantes decidiu que preferia se aventurar como artista solo, e fez uma carreira bastante bem sucedida. 

O Moto Perpetuo se desfez. Um breve epílogo de sua carreira veio a ocorrer em 1981, quando três ex-membros realizaram um álbum sob o nome de São Quixote, com Arantes aparecendo como músico convidado. 

Brazilian band of the 70s, the Moto Perpetuo includes some controversy about the discography of the group: only one LP (the 1974) is known to the public, but some (Dolabella as in his "ABZ of Brazilian Rock LPs suggest two more: one in 1969 and another in 1971 by Continental.

The group, after 1974, seems to have gone too far. Despite a visit to the Earl of "Our Daily Sound" and the beginning of the solo career of Arantes in 1976 with an eponymous EP for Som Livre, a core of Perpetual Motion would remain cohesive, launching in 1981 a little known album that many call "the second disc of the Moto Perpetuo". Signed LP as Lucci - Marsol - Tatini - Burani, ie, three former members and a new, Marsol, we "are Quixote," an album that sits between the MPB and the progressive (the excellent first track, is pure Moto Perpetuo).


Tracks:
1. Mal o Sol (2:54)
2. Conto Contigo (2:55)
3. Verde Vertente (3:18)
4. Matinal (4:35)
5. Tr?s e Eu (5:18)
6. N?o Reclamo da Chuva (2:32)
7. Duas (2:18)
8. Sobe (3:19)
9. Seguir Viagem (1:40)
10. Os Jardins (3:01)
11. Turba (6:02)
Total time: 37:52

Musicians:
- Guilherme Arantes / keyboards, lead vocals
- Claudio Lucci / acoustic guitars, electric guitar, cello, vocals
- Egydio Conde / electric guitar, vocals
- Diogenes Burani / percussion, vocals
- Gerson Tatini / bass, vocals

Format: ape (image + cue) = 248 mb = Mega

Moto Perpétuo - Moto Perpétuo [1974] - Brazil / Brasil

ORIGINAL POST
POSTAGEM ORIGINAL


Os brasileiros do MOTO PERPETUO formaram essa banda em 1973, instigado por Guilherme Arantes (piano e voz) e Cláudio Lucci (violões, violoncelo, violino, vocal). Se conheceram na faculdade de arquitetura e urbanismo. Egydio Conde (guitarra, vocais), Diógenes Burani (percussão e vocal) e Gerson Tatini (baixo, vocais) foram adicionados depois ao line-up, e no início de 1974 eles entraram no estúdio e gravaram o seu auto-intitulado álbum de estréia que foi lançado pouco tempo depois.

Em 1975 Arantes decidiu que preferia se aventurar como artista solo, e fez uma carreira bastante bem sucedida. 

O Moto Perpetuo se desfez. Um breve epílogo de sua carreira veio a ocorrer em 1981, quando três ex-membros realizaram um álbum sob o nome de São Quixote, com Arantes aparecendo como músico convidado. 

Brazilian band of the 70s, the Moto Perpetuo includes some controversy about the discography of the group: only one LP (the 1974) is known to the public, but some (Dolabella as in his "ABZ of Brazilian Rock LPs suggest two more: one in 1969 and another in 1971 by Continental.

The group, after 1974, seems to have gone too far. Despite a visit to the Earl of "Our Daily Sound" and the beginning of the solo career of Arantes in 1976 with an eponymous EP for Som Livre, a core of Perpetual Motion would remain cohesive, launching in 1981 a little known album that many call "the second disc of the Moto Perpetuo". Signed LP as Lucci - Marsol - Tatini - Burani, ie, three former members and a new, Marsol, we "are Quixote," an album that sits between the MPB and the progressive (the excellent first track, is pure Moto Perpetuo).


Tracks:
1. Mal o Sol (2:54)
2. Conto Contigo (2:55)
3. Verde Vertente (3:18)
4. Matinal (4:35)
5. Tr?s e Eu (5:18)
6. N?o Reclamo da Chuva (2:32)
7. Duas (2:18)
8. Sobe (3:19)
9. Seguir Viagem (1:40)
10. Os Jardins (3:01)
11. Turba (6:02)
Total time: 37:52

Musicians:
- Guilherme Arantes / keyboards, lead vocals
- Claudio Lucci / acoustic guitars, electric guitar, cello, vocals
- Egydio Conde / electric guitar, vocals
- Diogenes Burani / percussion, vocals
- Gerson Tatini / bass, vocals

Format: ape (image + cue) = 248 mb = Mega

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Saecula Saeculorum - Saecula Saeculorum [1976] - Brazil / Brasil


Saecula Saeculorum é uma lendária banda de Rock Progressivo que foi criada em 1974, no estado do Minas Gerais. A banda era formada por Giacomo Lombardi (piano e voz), José Audisio (guitarras), Bob Walter (bateria), Edson Plá Vieguas (baixo), Juninho (bateria) e especialmente o renomado violinista Marcus Viana, que depois iria formar o excelente Sagrado Coração da Terra.

Este álbum auto-intitulado foi gravado em 1976 e se trata de um trabalho que segue a a linhagem do Symphonic Rock com tendências clássicas muito fortes. Os maiores destaques são o violino de Marcus Viana e o "great piano" executado com bastante vistuosismo. 

As letras são em português, mas devido a gravação não estar muito nítida desfavorece uma compreensão maior das letras.

O som é de muita personalidade onde é fácil perceber a competência de todos os músicos além é claro das músicas serem muito bem feitas e de muita inspiração. O disco é bem consistente não contendo nenhuma música ruim, é realmente triste que este disco não seja devidamente conhecido dos apreciadores do progressivo porque como está escrito no encarte do cd "o Saecula  foi como ouro debaixo da terra por 20 anos".

Os primeiros minutos começam como se fosse um álbum de MAHAVISHNU ORCHESTRA dá até pra pensar se o cd foi colocado certo.., no leitor de cd (risos). Os violinos são bastante Jazzy. Mas a música entra em um território mais familiar depois de um tempo. A faixa de abertura, a faixa-título não menos, é muito jazzy por causa do violino.

O resto do álbum é muito bonito cheio do espírito do Renascimento, e influenciado por YES e AREA. É pesadamente influenciado pelo compositor clássico Handel, além de bandas como PFM da cena italiana. O som é muito aberto. Os principais instrumentos são o violino, piano, teclados, existem algumas guitarras - segundo o próprio Marcus : "a guitarra era mais forte ao vivo...no disco está por trás...mas é parte fundamental da criação sonora". A boa voz de Marcus Viana é um detalhe a parte, romântica, tranquila e muito bem empostada.

A qualidade da banda é muito boa. Saecula Saeculorum tinha seu próprio estilo. O álbum é curto mas dá conta do recado e certamente com a continuação da banda, muita coisa boa viria a ser realizada.

A banda acabou em 1977 mas ainda chegou a se apresentar num tributo ao bateria Mário Castelo porém com uma formação diferente, mantendo apenas Marcus Viana e Giacomo Lombardi.


Tracks Listing:
1. Saecula Saeculorum (8:05)
2. Acqua Vitae (6:20)
3. Eu Quero Ver O Sol (5:09)
4. Constelacao De Aquarius (3:25)
5. Radio No Peito (5:48)
Total Time: 28:47

Line-up:
- Giacomo Lombardi / piano
- Jose Audisio / guitars
- Bob Walter / drums
- Edson Pla Viegas / bass
- Marcus Viana / violins
- Juninho / bass

Format: ape (image + cue) = 163 mb = Torrent
Format: mp3 (320 kbps) = 68 mb = Narod

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