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sábado, 15 de julho de 2017

IQ - Ever [1993] - United Kingdom / Reino Unido


Tracks:
All tracks written by IQ.
01. The Darkest Hour – 10:50
02. Fading Senses – 6:35 including:
a). After All
b). Fading Senses
03. Out Of Nowhere – 5:07
04. Further Away – 14:26
05. Leap Of Faith – 7:21
06. Came Down – 5:53

Musicians:
- Peter Nicholls - lead and backing vocals
- Martin Orford - keyboards, mellotron, synthesizer, flute, backing vocals
- Mike Holmes - guitars, producer
- John Jowitt - bass, Pedalboard [Moog Taurus Bass Pedals], backing vocals
- Paul Cook - drums

Format: mp3 (320kbps) = 117,5 Мb

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Genesis - Nursery Cryme [1971] [2013 Japan Mini LP SHM-CD Edition] - United Kingdom / Reino Unido


Uma das obras mais cultuadas e celebradas dos anos 70 e da história do Rock Progressivo é o terceiro álbum do Genesis, lançado em 1971, "Nursery Cryme". A história é a seguinte: o grupo que, na época contava com a liderança de Peter Gabriel, havia conseguido se livrar das amarras de produtores que queriam direcionar o som deles, como aconteceu com o infeliz primeiro álbum. Eles conseguiram obter relativo sucesso com seu segundo álbum, voltado ao som progressivo, "Trespass", porém, o baterista John Mayhew era considerado pouco técnico para os projetos ambiciosos da banda; entra em cena um jovem Phil Collins. Em outra reviravolta, o guitarrista Anthony Phillips havia deixado o grupo para estudar música clássica, conseguindo lançar em alguns anos, álbuns de sucesso como "The Geese and the Ghost"; entra em cena o guitarrista Steve Hackett, após um breve período da banda com Mick Barnard substituindo Phillips. Estava formada a equipe pioneira da banda.

Sendo assim, o grupo precisava de um sucesso estrondoso, algo que chamasse a atenção. A resposta veio na imagem bizarra de uma enfermeira, em um campo de críquete, com um arremessador ensanguentado nas mãos em posição de rebatedora e cabeças espalhadas pelo campo. A bizarrice era tamanha que todos queriam ver do que se tratava. Talvez você possa pensar que o grupo havia perdido a cabeça após tantos problemas, mas a verdade é que o Genesis havia elaborado uma grande obra-prima de sua discografia, músicas desafiadoras com um trabalho instrumental impecável e lírica riquíssima e elaborada. Este é o "Nursery Cryme".

O disco abre com um épico baseado em uma história escrita por Peter Gabriel, "The Musical Box". Sendo um enorme fã da obra poética de William Blake e dos contos de Lewis Carroll, Gabriel conta a história surreal de um casal de garotos, Cynthia e Henry, que moravam em uma casa de campo. Cynthia mata Henry com um martelo de críquete, decepando a cabeça do menino. Anos depois, ela encontra a caixinha de música dele e, ao abrí-la, vê o espírito de Henry dentro da caixa. Conforme Henry vai envelhecendo rápido, para compensar os anos que esteve longe de Cynthia, ele a manipula a ter relações sexuais com ela, ao mesmo tempo que o espírito experimenta uma vida inteira de prazeres sexuais em questão de minutos. Quando os dois estão prestes a entrelaçarem-se, chega a enfermeira que atira a caixinha de música em Henry, destruindo ambos. A ilustração da capa do disco é justamente um desenho de Cynthia. A música passa por mudanças de andamento muito interessantes, começa suave, gradativamente ganha força, retoma a suavidade e termina em um furioso ato final. Esta primeira faixa guarda reminiscências musicais de uma composição do grupo chamada "Manipulation", que teve sua gênese melódica ainda no período anterior da banda, com Anthony Phillips. Nela, Gabriel toca flauta e oboé nas partes calmas.

Outro destaque de grande importância é a terceira faixa, "The Return of the Giant Hogweed". É sobre uma erva que foi trazida da Rússia para a Inglaterra por um explorador e levada aos Jardins Reais de Kew. A erva se chama Heracleum mantegazzianum, e ela causa a ira das criaturas herbicidas que acabam querendo vingança. O trabalho instrumental aqui é único, com variações melódicas hora andantes e hora agressivas e rápidas, configurando todo um clima épico para a história.

E não podemos esquecer de um outro grande destaque do álbum, "The Fountain of Salmacis", presença em muitas das apresentações da época. É uma das composições mais herméticas e complexas do Genesis. A letra, também singular, fala sobre a ninfa do título que se envolve em um caso amoroso com o deus Hermafrodito, filho dos deuses Hermes e Afrodite. De acordo com a lenda, Hermafrodito amaldiçoou as águas do Monte Ida, de forma que, quem se banhasse nelas, viraria um ser hermafrodita, ou seja, um ser de ambos os sexos. Uma das composições mais desafiadoras e interessantes da era Peter Gabriel que fecha o terceiro álbum do grupo e os leva ao estrelato.

Passado o material mais importante, há também outras coisas bastante interessantes e que fazem deste disco um grande clássico de seu gênero. "For Absent Friends" é uma curta e doce canção sobre duas pessoas viúvas indo à igreja rezar por seus falecidos amores; é a primeira canção do Genesis onde Phil Collins assume os vocais sozinho; com a ausência de bateria na canção, Collins tem total liberdade para sair de seu kit e cantar. "Seven Stones", que foi influenciada por uma composição do grupo inglês King Crimson. Tony Banks até acabou comprando um mellotron específico do Crimson para uso em várias outras músicas do Genesis. Conta sobre um velho muito esperto e aproveitador que se sobressai acreditando na sorte e na inocência de suas vítimas.

"Harold the Barrel" é a primeira vez que o Genesis insere timidamente humor em suas composições. Conta a investigação para encontrar um dono de restaurante que desapareceu e acabou cometendo suicídio se jogando da janela. Os arranjos são animados apesar da lírica pesada, quem vê Harold pela janela fica pedindo a ele para descer, vem até gente dizendo para ele que a BBC estava chegando e tudo acaba abruptamente quando Harold abandona o recinto pela janela e o piano de Banks vai dando as últimas e melancólicas notas. Finalmente, "Harlequin" tenta pintar um quadro de uma figura surrealista cheia de cores mas com componentes cinzentos que indicam algum tipo de distúrbio, algo que não pertence àquele quadro. A música não agrada tanto Mike Rutherford que diz ter tentado chegar perto de demonstrar a dinâmica que ele e seu parceiro dos discos anteriores, Anthony Phillips, tinham com as harmonizações no violão, tocando um 12 cordas para alcançar o efeito. De forma geral, Rutherford confessa que "Nursery Cryme" foi um álbum bem difícil de se compor.

E levando em consideração o resultado final, percebe-se o motivo de tal afirmação. É um disco melódico, hermético por várias vezes, cheio de passagens interessantes, os estreantes Steve Hackett e Phil Collins dão tudo de si para fazerem este material brilhar mais ainda junto aos integrantes antigos da banda, a dinâmica do grupo é bastante natural e reflete um momento de pura inspiração. Em conclusão, um álbum que qualquer amante de música progressiva precisa escutar. Ele faz parte de um contexto em uma época de grande efervescência do gênero Progressivo, onde as bandas tentavam sempre se sobressair em suas experimentações. Após dois discos com vários problemas internos, sendo que apenas um deles realmente se sobressaiu, o Genesis finalmente estabiliza sua formação pioneira e realiza uma grande obra-prima.

Resenha por:


Tracks:
01. The Musical Box
02. For Absent Friends
03. The Return of the Giant Hogweed
04. Seven Stones
05. Harold the Barrel
06. Harlequin
07. The Fountain of Salmacis

Musicians:
- Tony Banks / organ, mellotron, piano, electric piano, 12 string guitar, voices 
- Phil Collins / drums, voices, percussion, lead vocals(2) 
- Peter Gabriel / lead voice, flute, tambourine, bass drum 
- Steve Hackett / electric and 12 string guitar 
- Mike Rutherford / bass guitar, bass pedals, 12 string guitar, backing vocals

Format: mp3 (320 kbps) = 108 mb

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Genesis - Trespass [1970] [2013 Japan Mini LP SHM-CD Edition] - United Kingdom / Reino Unido


O fracasso de "From Genesis to Revelation" deprimiu os membros do Genesis, mas não selou seu fim. Pelo contrário; até ganharam contrato num selo novo, Charisma Records, de Tony Stratton-Smith, que se tornaria empresário da banda até praticamente sua morte, em 1987. As mudanças não pararam aí. O baterista John Silver foi dispensado. Pouco se sabe sobre ele após sua saída. Em 1973, Anthony Phillips, Mike Rutherford e Phil Collins gravaram homenagem intitulada "The Silver Song", que apareceu em diferentes versões, em álbuns-pirata da banda ou discos-solo de Anthony. Silver foi substituído por John Mayhew.

Bem situados, os jovens contaram com a ajuda dos pais pra alugar uma casa no campo inglês e trabalhar no material pro segundo álbum. Esse tempo para compor e ensaiar foi vital. Deve ter sido então que Rutherford e Phillips desenvolveram o trabalho de cordas sobrepostas, marca d’água dos álbuns da primeira metade setentista.

Tony Banks teve acesso a teclados mais modernos, como o Hammond e o Mellotron, basilares pra sonoridade de várias bandas progressivas, especialmente as que, como o Genesis, enveredaram pro Rock Sinfônico, mas sem deixar de lado influências Folk e medievais.

"Trespass" foi gravado entre junho e julho de 1970, no Trident Studios, em Londres, produzido por John Anthony, que deu maior liberdade aos genesianos.

Não faltam fãs que digam que esse é o primeiro álbum do Genesis; "From Genesis to Revelation" não passando dum erro ou álbum de outra banda. Embora não descarte o álbum de estreia, não posso discordar de que "Trespass" soa como se fosse de outra banda. Ainda não é o Genesis de "Nursery Crime" porque Mayhew era um baterista medíocre, mas já é um bom álbum Prog, contendo pelo menos um clássico: "The Knife", a faixa mais agressiva. O resto de "Trespass" tem forte influência de new Folk, muito comum em bandas Prog da época, como a esquecida LINDISFARNE. As harmonias vocais, os arranjos delicados, os teclados melancólicos conferem um ar de pastoralismo bucólico, que, por horas se tinge de medievalidade de conto de fadas ou fica raivoso. A duração das canções atesta a guinada Prog: a mais curta é a agridoce e quase-desesperançada "Dusk" (4:13), com sua tintura Folk e delicada interconexão entre cordas e flauta, tocada por Gabriel pela primeira vez. As demais faixas têm pelo menos 6:30 minutos cada.

O álbum abre com "Looking for Someone", com a voz meio rouca tomando à frente, e depois apoiada pela guitarra meio chorona de Phillips, numa letra que fala sobre alguém tentando encontrar sentido em um mundo sem nenhum. A canção já tem as características mudanças de andamento e ritmo que agradam tanto a certa ala de fãs de Rock Progressivo. Cada músico tem chance de mostrar o que sabe nos 7 minutos, que variam ente delicadeza e semi-agressividade. Banks consegue timbres até então inalcançados nos teclados. Só a bateria muito discreta deixa a desejar. Folk, elementos operísticos, Rock. A fórmula genesiana em treinamento para atingir o topo da montanha nos próximos álbuns.

Em "White Mountain", o Genesis tem sua própria montanha, branca, que será tingida de vermelho devido a uma guerra entre lobos. Clima de conto de fadas medieval, um deslumbre que oscila entre o ligeiro, o madrigal e o marcial para narrar a história do lobo insurgente, condenado à morte e estraçalhado, revelando uma montanha vermelha ao amanhecer. Gabriel com sua primeira letra gráfica a ponto de evocar uma imagem mental perfeita da cena. Nessa faixa, o cantor começa a experimentar com alterações nos vocais, tratando-os com tecnologia. A sentença de morte de Fang é cantada numa voz meio arrepiante. O assobio final, depois do massacre na montanha, devolve a frialdade à Montanha Branca. Uma pérola subestimada.

"Visions of Angels" começa com um solo pianístico de derreter o coração e imagens de anjos dançando no céu. O clima de aurora de maior parte da melodia envolve uma letra que questiona a onipotência e onipresença divina, que parece ter sido abdicada pela própria divindade que “desistiu deste planeta e de seu povo há muito tempo”. Mas, no fundo, o problema é que o narrador não consegue entender a ausência da amada. Dizem que Anthony estava apaixonado pela esposa de Gabriel, sem que o cantor soubesse, por isso a letra. Vai saber, mas, de qualquer modo, é uma letra sombria disfarçada por uma melodia matinal. "Stagnation" não faz questão de esconder sua melancolia, porém.

A canção mais famosa do álbum é "The Knife", única do "Trespass" presente no repertório de shows por alguns bons anos. A letra fala dum revolucionário que quer levar a liberdade a seu povo, ainda que isso custe a vida de alguns: “some of you are going to die/martyrs, of course, to the freedom that I shall provide”. É uma montanha-russa, com momentos lentos de subida para depois lançar o ouvinte numa descida vertiginosa, especialmente a partir do quarto minuto, quando se começa a criar o clima pra gritaria e rajadas de metralhadora e guitarra um minuto depois. Que falta faz o talento de Phil Collins, que esmurrou tanto a bateria em anos de carreira que agora tem as mãos quase inutilizadas! "The Knife" é um monumento do Progressivo Sinfônico, sem dúvida.

A despeito de tanto progresso, "Trespass" não fez sucesso. Pelo menos não nos EUA ou na Inglaterra (curiosamente, o álbum ficou em 98 no Hot 100 durante uma semana em 1984). Na Europa continental a história foi diferente, iniciando uma relação de sucesso com países como a Itália, onde a banda foi copiada à exaustão. Na Bélgica, o segundo álbum do Genesis chegou ao topo da parada, ocasionando o primeiro convite para tocar fora do natal Reino Unido.

Antes de cruzar o Canal da Mancha, a banda tinha que achar um guitarrista e um batera. Descontentes com Mayhew, suas baquetas foram dispensadas após a gravação de "Trespass". Ele permaneceu anos incógnito até ser descoberto na Austrália, onde se tornara carpinteiro. Morreu do coração em 2009, no dia 26 de março, véspera de seu aniversário.

O caso de Anthony Phillips foi distinto. Músico de primeira e responsável pela sonoridade que acompanharia o grupo mesmo após sua saída, Anthony sofria de fobia de palco, a qual estava afetando sua saúde. Seguindo ordens médicas, abandonou o Genesis e seguiu carreira solo prolífica, mas discreta.

Quando "Trespass" foi lançado, em outubro de 70, os 2 músicos já não mais faziam parte do Genesis e seus postos haviam sido preenchidos. Iniciar-se-ia o “período clássico”.


Tracks:
1. Looking For Someone (7:06)
2. White Mountain (6:42)
3. Visions Of Angels (6:50)
4. Stagnation (8:48)
5. Dusk (4:13)
6. The Knife (8:56)

Musicians:
- Peter Gabriel / lead voice, flute, accordion, tambourine and bass drum
- Anthony Phillips / acoustic 12-string, lead electric, dulcimer, voices
- Anthony Banks / organ, piano, Mellotron, guitar, voices
- Michael Rutherford / acoustic 12-string, electric bass, nylon, cello, voices
- John Mayhew / drums, percussion, voices

Format: mp3 (320 kbps) = 115 mb

sábado, 15 de agosto de 2015

Caravan - Caravan & The New Symphonia - The Complet Concert [1974 / 2001] - United Kingdom / Reino Unido


Caravan decidiu após o sucesso de seu álbum, "For Girls Who Grow Plump In The Night" gravar um concerto ao vivo que consistia de uma orquestra que foi usada em todo o álbum "For Girls ...". Se você tiver o álbum original, você vai ter o que passou a ser a metade do álbum. A nova versão remasterizada tem tudo o que aconteceu naquela noite em outubro de 1973. A banda entrou no palco e tocaram algumas poucas faixas do novo álbum menos a orquestra. Os teclados de Dave Sinclair brilham, intensamente na maioria das faixas, (pelo menos ele não se limitou a realizar um cópia exata do seu trabalho em estúdio). A bateria de Coughlin também se destaca tanto na parte pré-orquestra quanto na segunda metade com orquestra. Quando a orquestra sobe ao palco as coisas realmente começam a ferver. Desde o início, "The Love In Your Eye" é a beleza encarnada. As cordas combinam perfeitamente com canto delicado de Pye. E os metais! é o Céu na Terra. As duas canções seguintes foram escritas literalmente naquele dia, com as letras feitas apenas horas antes do show começar. Ambas as canções retornam aos seus primeiros dias da banda com "Virgin on the Ridiculous" abrigando mais poder instrumental, especialmente com as teclas lastreadas em fuzz poderosos de Sinclair. No entanto, é a enésima versão ao vivo de "For Richard" que deve ser o chamariz para se comprar o disco. E tem grande chance de ser a versão mais potente, com a ajuda da orquestra ao fundo. O volume e a potência ficam tão altos que até o final da música que vai faltar o ar ao esperar uma colisão estrondosa. É o que você quer de uma tal fusão de instrumentos e muito mais! O disco termina com um bis com a orquestra que quase não aconteceu, (normas sindicais). Mas "Hunting We shall Go" é outra faixa extra e vale a pena. Ah, e devo mencionar violino de Richardson. ele é sua arma secreta, sem dúvida. Vou terminar dizendo, um disco ao vivo maravilhosamente bem feito com uma versão de "For Richard" que deve ser ouvida. Bom show pessoal!


Tracks:
1. Introduction by Alan Black/Memory Lain, Hugh Headloss (11:00) 
2. The Dog, the Dog, He's at It Again (6:36) 
3. Hoedown (3:54) 
4. Introduction (6:49) 
5. The Love in Your Eye (12:49) 
6. Mirror for the Day (4:29) 
7. Virgin on the Ridiculous (7:57) 
8. For Richard (14:18) 
9. A Hunting We Shall Go (10:23) 
Time: 78:17

Musicians:
- Richard Coughlan / drums 
- Jimmy Hastings / flute, alto saxophone 
- Pye Hastings / vocals, guitar 
- John G. Perry / bass, vocals 
- Morris Pert / percussion 
- Geoff Richardson / electric viola 
- David Sinclair / keyboards 

With:
- The New Symphonia: Vicky Brown, Tony Burrows, Helen Chappelle, Robert Lindop, Margot Newman, Danny Street, Liza Strike / backing vocals

Format: flac (tracks) = 469 mb
Format: mp3 (320 kbps) = 182 mb

sábado, 1 de agosto de 2015

Renaissance - Turning Of The Cards [1974] - United Kingdom / Reino Unido


"Turn of the Cards", terceiro álbum do lineup com Annie Haslam, representa mais um passo evolutivo, principalmente em termos de arranjo, dinâmica e produtividade. Eles já haviam se provado capazes de escrever canções fantásticas com melodias maravilhosas e instrumentais longos, cantado e tocado quase impecavelmente, mas essas habilidades estão agora acompanhadas por uma compreensão igual da arte de transformar músicas em obras de arte. Longe vão seções instrumentais simplesmente enxertadas em canções. Aqui, peças fluem naturalmente do início ao fim, englobando música melodiosa e descritivo instrumental em uma onda orgânica de agitação e calmaria, muitas vezes divagam ao longo do caminho mas nunca permite vaguear longe do caminho escolhido. Se "Prologue" criou a fórmula e "Ashes Are burning" definiu o modelo, em seguida, em "Turn Of The Cards" a banda encontrou a faísca que acendeu um fogo de criatividade que durou o próximo par de álbuns.

A faixa de abertura "Running Hard" (9:37), começa com improvisações bastante complexas de piano em um estilo combinado de Jazz e Música Clássica. Mas quando a música entra, a música tem melodia cativante, especialmente quando a voz de Annie Haslam entra na música. A faixa de abertura é realmente agradável como ele se move naturalmente de um segmento para outro, sem problemas.

A faixa seguinte "I Think Of You" (3:07) é uma canção orientada para o Pop com algum tipo de estilos de música Folk através da seção de ritmo e guitarra acústica. Combinado com o som de clavinet, faz essa música mais rica em texturas. As linhas de baixo acompanham a música do início ao fim.

A música move-se para batidas mais enérgicas com "Things I Don't Understand" (9:29), que novamente usando linhas de baixo apertado, bem como sulco dinâmico que move a música desta canção. A linha vocal transforma em notas altas registo durante parte interlúdio em um estilo canto, guitarra, enquanto ainda dominam a seção rítmica. É bom notar a seção de coro no meio da música.

"Black Flame" (6:23) começa com uma nuance ambiente com guitarra acústica tão grande de fundo suave e guitarra baixo traz a música no fluxo suave.  Seqüência de orquestração enriquece alguns segmentos pouco antes da linha vocal entrar na música. Mais uma vez, a melodia desta música é bastante cativante. O trabalho de clavinet faz a música muito interessante para desfrutar especialmente durante os movimentos com trabalho de tambor e quando ela retorna ao segmento mais tranquila.

"Cold is Being" (03:00) começa com som de órgão da igreja e a melodia é bastante familiar com a maioria de nós., pois é baseada na peça "Adagio" do compositor clássico Albinoni.

"Mother Russia" (9:18) é um grande épico que se move dinamicamente com brilhante composição da banda que move os altos e baixos de música, mexendo minha emoção. Esta canção não é apenas maravilhosa em termos de melodia, mas também em seu fluxo maravilhoso de um segmento para outro. O trabalho de seção de cordas faz a música mais rica. Outra grande canção por Renaissance.

No geral, o álbum contém composições maravilhosas que combinam - em sua maioria - Jazz, Rock, Folk em sua forma única através da ajuda da orquestra. Sem dúvida que a revista Progression Prog afirmou que "Turn of the Cards" é um dos 40 melhores álbuns de Rock Progressivo.


Tracks:
1. Running Hard (Dunford / Thatcher) (9:37) 
2. I think of You (Dunford / Thatcher) (3:07) 
3. Things I Don't Undertand (Dunford / McCarty) (9:29) 
4. Black Flame (Dunford / Thatcher) (6:23) 
5. Cold Is Being (Dunford / Thatcher) (3:00) 
6. Mother Russia (Dunford / Thatcher) (9:18)
Time: 40:54

Musicians:
- Jon Camp / bass, vocals 
- Michael Dunford / acoustic guitar, vocals 
- Annie Haslam / lead vocals 
- Terrence Sullivan / drums, percussion, backing vocals 
- John Tout / keyboards

Format: mp3 (320 kbps) = 95 mb

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Gentle Giant - I Lost My Head (The Chrysalis Years 1975-1980) - United Kingdom / Reino Unido


Este é um glorioso box set apresentando todos os álbuns do Gigante Gentil lançados pelo rótulo Chrysalis de 1975 a 1980. Esta é uma maneira maravilhosa de se apossar desses álbuns remasterizados em 2012 e que impactaram o catálogo da banda ao longo dos anos. Como bônus temos versões inéditas de apresentações no programa de John Peel assim como alguns singles. Altamente recomendado !!!! 

Tracks:

DISC 1
FREE HAND (1975)
1. Just The Same (5.34)
2. On Reflection (5.43)
3. Free Hand (6.15)
4. Time To Kill (5.09)
5. His Last Voyage (6.27)
6. Talybont (2.43)
7. Mobile (5.03)
Bonus tracks:
8. 1976 Intro Tape (previously unreleased) (1.39)
9. Just The Same (John Peel session) (6.00)
10, Free Hand (John Peel session) (6.05)
11. On Reflection (John Peel session) (5.42)
12. Give It Back (International 7" mix) (3.48)
13. I Lost My Head (7" mix) (3.29)

DISC 2
INTERVIEW (1976)
1. Interview (6.51)
2. Give It Back (5.12)
3. Design (5.02)
4. Another Show (3.31)
5. Empty City (4.39)
6. Timing (4.39)
7. I Lost My Head (6.55)

THE MISSING PIECE (1977)
8. Two Weeks In Spain (3.06)
9. I'm Turning Around (3.59)
10. Betcha Thought We Couldn't Do It (2.25)
11. Who Do You Think You Are? (3.36)
12. Mountain Time (3.23)
13. As Old As You're Young (4.21)
14. Memories Of Old Days (7.19)
15. Winning (4.17)
16. For Nobody (4.07)

DISC 3
PLAYING THE FOOL (LIVE 1976)
1. (a) Just The Same/(b) Proclamation (11.17)
2. On Reflection (6.27)
3. Excerpts from 'Octopus' (15.39)
4. Funny Ways (8.31)
5. (a) The Runaway/(b) Experience (9.31)
6. So Sincere (10.19)
7. Free Hand (7.40)
8. Sweet Georgia Brown (1.22)
9 (a) Peel The Paint/(b) I Lost My Head (7.28)

DISC 4
GIANT FOR A DAY (1978)
1. Words From The Wise (4.16)
2. Thank You (4.50)
3. Giant For A Day (3.51)
4. Spookie Boogie (2.55)
5. Take Me (3.37)
6. Little Brown Bag (3.29)
7. Friends (2.01)
8. No Stranger (2.31)
9. It's Only Goodbye (4.20)
10. Rock Climber (3.53)
Bonus tracks:
11. Thank You (7" single edit A) (3.50)
12. Words From The Wise (7" single edit B) (3.04)

CIVILIAN (1980)
13. Convenience (Clean And Easy) (3.13)
14. All Through The Night (4.23)
15. Shadows On The Street (3.16)
16. Number One (4.47)
17. Underground (3.49)
18. I Am A Camera (3.32)
19. Inside Out (5.52)
20 It's Not Imagination (4.04)

Musicians:
- Derek Shulman/ vocals, saxes, alto sax, descant recorder, bass & percussion
- Ray Shulman/ bass, violin, acoustic guitar, descant recorder, trumpet, vocals & percussion
- Kerry Minnear/ keyboards, cello, vibes, tenor recorder, vocals & percussion
- Gary Green/ electric, acoustic & 12 string guitars, alsto & descant recorder, vocals & percussion
- John Weathers/ drums, tambour, vibes, percussion & backing vocals


Format: mp3  (320 kbps) = disc 1 = 152 mb
Format: mp3  (320 kbps) = disc 2 = 166 mb
Format: mp3  (320 kbps) = disc 3 = 177 mb
Format: mp3  (320 kbps) = disc 4 = 171 mb

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Renaissance - Ashes Are Burning [1973] - United Kingdom / Reino Unido


No segundo álbum do Renaissance guiado pela voz de Annie Haslam e o poderoso baixo de John Tout, o som de fusão Folk/Sinfônico começa a tomar forma em sua visão artística. A auto-confiança, possivelmente, se revela através da capa gatefold, retratando poderosamente os músicos que trabalham com as composições de Betty Thatcher e o guitarrista Michael Dunford.

A faixa de abertura "Can you Understand" é realmente um belo mergulho por síntese atrativo da música Folk e Rock Sinfônico emulando filosofias de Música Clássica com poderosa ênfase. Algumas das seções de coro e passagens instrumentais eslavas aqui lembram algumas expressões idiomáticas familiares das obras de compositores clássicos russos. A composição principal acústica mellow é envolvida em torno de uma esfera de circular dinâmica alimentada pelo piano de cauda e o baixo Rickenbacker. 

"Let it Grow" é então, uma doce balada básica, com foco na configuração de cantor e piano, acompanhado pela guitarra acústica e seção rítmica. 

"On The Frontier", é uma peça acústica bonita para harmonias multivocais, com alguns arranjos espirituosos dentro da canção simples. Algumas dessas manobras dão fortes sentidos de déjà vu de "The Yes Album", moldadas no entanto a própria música clássica desta banda dirigida língua tonal. 

"Carpet Of The Sun" tem uma memorável melodia, baseando-se poderosamente nos vocais de Annie, e envolvimento em torno de acompanhamentos orquestrais, é uma charmosa canção. 

"At The Harbour" é uma composição ambiciosa atingindo uma atmosfera requintada, com progressões de piano na introdução, levando à adoção de desempenho maravilhoso de Annie para as teias de guitarra acústica. A canção tem como objetivo humores etéreos, e permanece sobre a mesa giratória com calma, sem estourar a tensões dinâmicas. 

O álbum conclui com a magistral "Ashes Are Burning", subindo suavemente com o som do vento. as melodias mudam entre tons maiores e menores, e os dois temas, desde o início levam a ascendente virtuosismo instrumental, criando uma passagem emocional sofisticada de piano,  cravo e o ritmo, e também dramático com o sintetizador sobre camadas brilhantes de percussões. O solo de guitarra elétrica é também característica rara para esse grupo, e é poderosamente notável das instrumentações acústicas e clássicas. A versão de estúdio desaparece para o vazio, deixando o final arranjado e a interpretação ainda mais épica para os palcos.

Junto com a impressionante jóia de 1975 "Scheherazade and the Other Stories", "Ashes are Burning" permanece como uma obra clássica do Renaissance. Uma verdadeira obra-prima sobre a força de "At The Harbour", "Can You Understand", e "Ashes are Burning".


Tracks:
1. Can you understand (9:49)
2. Let it grow (4:15)
3. On the frontier (4:53)
4. Carpet of the sun (3:31)
5. At the harbour (6:50)
6. Ashes are burning (11:24)
Time: 40:42

Musicians:
- Jon Camp / bass, vocals
- Annie Haslam / lead vocals
- Terrence Sullivan / drums, percussion, backing vocals
- John Tout / keyboards, backing vocals
- Michael Dunford / acoustic guitars
+
Guest:
- Andy Powell / guitar solo (6)

Format: mp3 (320 kbps) = 95 mb

domingo, 26 de julho de 2015

Renaissance - Prologue [1972] - United Kingdom / Reino Unido


Prologue é o som de uma banda em transição. Os membros tinham ido e vindo com monótona regularidade e a banda lutava em ter um constante line-up e seu próprio lugar na cena musical. Em 1972 nenhum membro da banda original se manteve, embora Dunford e McCarty ainda estivessem ativamente envolvidos nos bastidores. Um novo quinteto com Annie Haslam (voz), John Camp (baixo), John Tout (teclas), Terence Sullivan (bateria) e Mick Parsons (guitarra) empreendeu uma breve turnê antes de entrar no estúdio para gravar seu primeiro álbum em conjunto, mas, infelizmente, o jovem guitarrista Parsons faleceu antes da gravação e Rob Hendry substituiu-o no estúdio (Hendry deixou a banda logo após a gravação do álbum).

Os amantes do Renaissance clássico reconhecerão imediatamente este material com seus flourishes intrincados de piano, arranjos complexos e a lírica voz inconfundível de Annie. A maioria dos elementos estão no lugar, mas com arestas que seriam afinadas com perfeição em álbuns posteriores: o som é mais solto, menos polido, e a voz de Annie ainda não está totalmente amadurecida. Talvez a diferença mais notável é o uso da guitarra elétrica, principalmente como acompanhamento rítmico, apenas ocasionalmente vindo à tona como uma vantagem, mas a sua ausência seria mais tarde um aspecto-chave do som Renaissance definitivo. Da mesma forma, não há orquestra aqui e praticamente nenhum outro teclado além do piano de modo que o som é muito mais escasso do que será evidente em anos posteriores.

As performances são dominadas por piano de John Tout que é excepcionalmente assegurado a partir de grandes demonstrações dramáticas para trinados delicados e acompanhamento sutil. Ele reina supremo com seu instrumento mais ainda do que em anos posteriores. O baixo também é bem à frente, como deveria ser, cheio de luz e inventivos toques ainda sólido e confiável. A bateria de Sullivan é excelente sem ser indiscreta - em outras palavras, ele faz todas as coisas certas para o contexto do resto da banda. O trabalho de guitarra de Hendry é competente mas algumas vezes parece meio distoante, talvez pelo fato de não ter o benefício de turnê com a banda antes da gravação. A voz de Annie já é maravilhosa, mas, talvez, careça de plenitude, uma riqueza que iria desenvolver com o tempo.

O álbum possui um par de longos instrumentais Prog compostas por Michael Dunford, do qual a faixa-título permaneceria em seu repertório como favorita no concerto por muitos anos. Ambas incluem a voz de Annie como um instrumento adicional - que eles chamam de vocalese, cantando sem palavras e que funciona muito bem. Apesar de "Prologue" ter sido creditada a Dunford, é muito mais um tour-de-force de Tout, fortemente influenciado pela pianista e compositores clássicos com um toque de Jazz e contendo alguns de seus melhores toques. "Rajah Khan" é completamente diferente. Nomeada em homenagem a um cão de um ex-baixista, é repleta de influências e referências orientais, incluindo um "homem indiano vestido de vestes brancas" tocando tabla e Jon Camp tocando um tanpura (um instrumento de cordas fretless usado como um 'zumbido' em música clássica indiana). "Rajah Khan" é construída em torno de um tema principal com vocalese de Annie e um riff acorde oriental, seguido por uma ponte que conduz a uma seção de atolamento. Este formato é repetido algumas vezes e funciona bem, com cada seção jam caracteriza uma liderança diferente. No geral, uma boa tentativa de um longo, quase psicodélico instrumental Prog, ainda conta com um solo de sintetizador por Francis Monkman membro do Curved Air.

O restante de "Prologue" apresenta quatro canções convencionais com letra da poetisa Betty Thatcher. "Kiev" é uma bela melodia assombrosa cantada por Jon Camp com harmonias maravilhosas por Annie na segunda parte do verso e da ponte. As letras de "Kiev" invocam uma imagem de um Dr. Zhivago triste, um homem velho ajoelhado na neve junto ao túmulo solitário de seu filho 'Davorian'. Hoje, os efeitos do litoral que começam e terminam "Sounds Of The Sea" são bastantes previsíveis, mas não tão em 1972. Com letras muito pessoais sobre a afinidade de Thatcher com a costa e mar, algo com o qual me identifico, a música tem uma melodia agradável, mas seu arranjo não tem movimento suficiente e se sente sub-desenvolvidos. Em mais de 7 minutos é talvez o excesso de tempo. "Spare Some Love" é uma canção simples, com letras simples, agradável coro e harmonias. Finalmente "Bound For Infinity" tem um ritmo quase Folk-Rock com instrumentação animada trotando alegremente para uma melodia lentamente cantada antes de elevar seu jogo para um coro "ba da da".

Este é um álbum realizado com uma base sólida para o assalto do Renaissance nas pistas escorregadias do Prog Rock, mostrando principalmente uma espantosa maturidade, mostrando grande habilidade na composição, organização e manipulação de seus instrumentos, mas às vezes expondo uma ingenuidade cativante. É essa ingenuidade que dá a "Prologue" seu charme especial, que faz sobressair um pouco do restante de sua produção dos anos 70, e que compensa a falta de orquestração exuberante.



Tracks:
1. Prologue (5:39) 
2. Kiev (7:39) 
3. Sounds of the sea (7:09)
4. Spare some love (5:05)
5. Bound for infinity (4:17)
6. Rajah Khan (11:14)
Time: 41:03

Musicians:
- Jon Camp / bass, tamboura, vocals.
- Annie Haslam / lead vocals, percussion
- Rob Hendry / guitars, mandolin, chimes, vocals
- Terry Sullivan / drums, percussion
- John Tout / keyboards, vocals
+
Guest:
- Francis Monkman / synthesizer (6)

Format: mp3 (320 kbps) = 97 mb

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Fruupp - Modern Masquerades [1975] - United Kingdom / Reino Unido


Esotérico, o quarto e último álbum do Fruupp "Modern Masquerades", têm na qualidade a sua excelência, proporcionando pura musicalidade.  Inspirado no conto de Mervyn Peake, "Gormenghast", uma fantasia sobre um reino isolado por circunstâncias geográficas que o tornam inacessível, o castelo e estrutura social de Gormenghast assumem o papel central na estória e os personagens alternam momentos de destaque sem serem protagonistas. Busca interpretar o conceito filosófico da obra. Estimulante, alegre e jovial, o álbum agrada em sua totalidade, obtendo as melhores referências da crítica em geral . A partir da base sólida do baterista Martin Foye e seu parceiro, o baixista e vocalista Peter Farrelly, conta ainda com o ingresso do tecladista John Mason que substitui Stephen Houston, demonstrando ser muito técnico, preciso e elegante (especialmente seu trabalho no piano elétrico que é realmente impressionante), conferindo toda a harmonia do conjunto, enquanto o excelente guitarrista Vince McCusker, provê a matéria-prima, definido o rumo de cada melodia.

Hoje em dia considerado uma obra-prima do Fruupp, bem como do Rock Progressivo, cativou nada menos que o multi-instrumentista Ian McDonald um dos fundadores do King Crimson, que não só produziu este registro, como contribui participando como músico, abrilhantando ainda mais esta joia rara e preciosa.

As duas primeiras faixas prenunciam que este será um evento ainda mais agradável, com reflexões de um Progressivo feito com paixão. Num momento difícil ao seu país, proporcionaram alegria através de sua música vibrante, isto quando a apatia e ódio governaram esta parte do globo. De fato fizeram, e merecem o reconhecimento e respeito, sendo a melhor banda que o Rock Progressivo Irlandês já conheceu. Boa audição!.


Tracks:
1. Misty morning way (6:55) 
2. Masquerading with dawn (7:15) 
3. Germenghast (10:46) 
4. Mistery might (8:20) 
5. Why (4:08) 
6. Janet planet (2:54) 
7. Sheba's song (8:26)
Time: 48:42

Musicians:
- Peter Farrelly / bass, flute, vocals 
- Martin Foye / drums, percussion 
- John Mason / keyboards, vibes, vocals 
- Vincent McCusker / acoustic & electric guitars, vocals

Format: mp3 (320 kbps) = 115 mb = Yandex
Format: flac (image) = 317 mb = Mega

terça-feira, 14 de julho de 2015

Curved Air - Guildford 1974.11.20 [BOOTLEG] [1974] - United Kingdom / Reino Unido


Ótimo bootleg gravado um mês antes do show que renderia o ótimo disco "Curved Air Live". Contando aqui com grande parte da formação clássica da banda e com Sonja Kristina no ápice de sua forma vocal e detonando grandes clássicos. Vale e muito o download.

Live at Guildford Surrey University 20th of November, 1974
soundboard recording
quality: 8/10

Tracks:
01) Marie Antoinette
02) Young Mother
03) Melinda More or Less
04) Phantasmagoria
05) Back Street Luv
06) Woman on a One Night Stand
07) Propositions
08) Vivaldi
09) Stretch
10) Everdance

Musicians:
* Sonja Kristina – lead vocals
* Darryl Way – violin, keyboards, backing vocals
* Francis Monkman – lead guitar, organ, VCS3 syntheseizer
* Florian Pilkington-Miksa – percussion
* Philip Kohn – bass guitar

Format: mp3 (128 kbps) = 66 mb = Yandex

Illusion - Illusion [1978] - United Kingdom / Reino Unido


Após os resultados encorajadores de seu álbum de estréia, o Ilusion voltou no ano seguinte para gravar seu segundo disco, o álbum auto-intitulado, que veio com um trabalho artístico excelente, reminiscente do álbum de estréia do Renaissance e também vemos o retorno de outro ex- Yardbirds, Paul Samwell-Smith sobre a produção. Uma das principais diferenças entre os line-ups rivais é que o Illusion tem um guitarrista real, mesmo sendo a sua presença menos sentida neste álbum do que em "Out Of The Mist".

O álbum começa muito bem com a faixa soberba de quase 7 minutos "Madonna Blue", com a sua absolutamente fabulosa segunda parte instrumental e um solo de guitarra excelente. McCarthy canta o seguinte a southern "Never Be The Same", enquanto a mansa "Across The Sea" é um esforço vocal duplo. Começando quase como uma faixa do Tangerine Dream, "Cruising Nowhere" é uma pista esplêndida que poderia fazer frente aos seus "companheiros" no Prog Rock.

Há uma grande diferença no som com "Louis Theme", uma pista muito suave e longa, um pouco ainda mais silenciosa do que qualquer outra do disco. A faixa "Man of Miracle" poderia ter sugerido ao que um terceiro álbum da banda poderia ter soado, mas o Punk Rock matou essa idéia. É uma faixa de voltar para os primeiros dias do Renaissance e é novamente a partir de sons de sintetizador incomuns muito parecida com "Louie's Theme", é uma faixa soberba. O fechamento "Revolutionary" é outra fuga em um reino diferente do sinfônico, e uma vez bem sucedida, mesmo se você tem que aumentar o volume de obter a maior parte de sua beleza.

Na verdade o segundo álbum de Illusion é tudo menos soporífero, apesar de ter metade do disco em uma atmosfera muito tranquila e suave que requer total atenção e um bom conjunto de fones de ouvido. Fãs do Renaissance podem preferir o álbum "Out Of The Mist", mas este segundo esforço é definitivamente mais aventureiro.


Tracks:
1. Madonna Blue (6:46)
2. Never Be The Same (3:18)
3. Louis' Theme (7:41)
4. Wings Across The Sea (4:49)
5. Cruising Nowhere (5:01)
6. Man Of Miracles (3:27)
7. The Revolutionary (6:15)
Time: 37:17 

Musicians:
- Jim McCarty / vocal, acoustic guitar, percussion
- Jane Relf / vocal
- John Hawken / piano, synthesizers, mellotron, Hammond organ, Fender Rhodes
- Louis Cennamo / bass
- John Knightsbridge / electric and acoustic guitar
- Eddie McNeil / drums, percussion 

Format: mp3 (320 kbps) = 148 mb = Mega

domingo, 12 de julho de 2015

Illusion - Out Of The Mist [1977] - United Kingdom / Reino Unido


Eis uma banda cuja classificação pode ser definida como Musica Popular Sinfônica. Isso devido a forte nuance de música sinfónica através do uso de arranjo de cordas utilizando sintetizadores e mellotron.

As origens da banda remonstam ao final da década de 60 e está intrinsecamente amarrada a banda de renome Renaissance. Os membros originais da famosa banda de Annie Haslam e cia. se reuniram aqui para um outro projeto. Sob o nome de seu segundo álbum (Illusion), o grupo ensaiou algumas coisas novas. O cantor e guitarrista Keith Relf Infelizmente morreu, eletrocutado por sua própria guitarra, antes de qualquer gravação ser  feita. A solução era simples: o baterista original Jim McCarty assumindo o papel de Relf e contratando dois novos membros: o guitarrista John Nightsbridge e o baterista Eddie McNeill. Quanto aos outros, o tecladista John Hawken (ex-Strawbs), o baixista e vocalista Louis Cennamo e Jane Relf, no vocal. Em 1977 a banda lançou seu primeiro "novo" álbum chamado "Out Of The Mist".

"Isadora" (6:58) surpreende na primeira audição! A qualidade vocal de Jane Relf foi muito clara, transparente e poderosa. As unidades de qualidade vocais a transformam numa excelente excelente canção. A parte de introdução com o trabalho de piano acompanhado de guitarra acústica, o baixo como secção rítmica é realmente bonito! As notas criadas a partir do trabalho de piano me lembrar a música tradicional que utiliza o sistema de pentatônica.

A outra trilha memorável, devido à sua grande melodia e composição é "Beautiful Country" (4:21) que corre na veia semelhante a "Isadora". A canção foi escrita com cuidado por McCarty para criar uma grande combinação de notas e acordes que resultam em ótima composição. Ela tem um ritmo melodramático junto a um estilo bluesy. A parte introdução apresenta grandioso mini moog e trabalho de piano solo feito com linhas de baixo sensacionais. A melodia como apresentado pelo trabalho vocal é muito sensível e memorável.

Outras faixas a se destacarem são "Solo Flight" e "Candles Are Burning" que vão invadir sua mente deixando um "hálito" fresco de harmonia e sensibilidade, além de "Face of Yesterday" (uma regravação de uma faixa incluída no segundo LP do Renaissance, "Illusion")


Tracks:
1. Isadora (6:58) 
2. Roads To Freedom (3:55) 
3. Beautiful Country (4:21) 
4. Solo Flight (4:20) 
5. Everywhere You Go (3:18) 
6. Face Of Yesterday (5:43) 
7. Candles Are Burning (7:10)
Time: 35:55

Musicians:
- John Hawken / piano Fender Rhodes, Mini moog, mellotron, organ 
- Louis Cennamo / bass 
- Jane Relf / vocals 
- Jim McCarty / vocals, acoustic guitar, percussion 
- Jonh Nightbridge / guitars 
- Eddie McNeil / percussion, drums

Format: mp3 (320 kbps) = 108 mb = Mega

terça-feira, 16 de junho de 2015

Gentle Giant - Giant on the Box CD Version - United Kingdom / Reino Unido



Audio CD bônus integrante do Box-Set lançado em 2005 e que também inclui um DVD com várias apresentações ao vivo durante a década de 70. O CD contém 8 faixas registradas em Bruxelas para o "Sunday Concert" na televisão alemã ZDF em 1974 (faixas 1-8), e 4 faixas registradas em uma apresentação para TV na Califórnia, EUA, em 1975, (faixas 9-12). 

Tracks:
German TV 1974
In 1974 Christopher Nupen, the celebrated classical music director, invited the band to record this concert in a Brussels film studio to be broadcast as a 'Sunday Concert' on German television station ZDF.
1. Cogs in cogs
2. Proclamation
3. Funny ways
4. The runaway
5. Experience
6. Features from Octopus
7. Advent of Panurge
8. So sincere

US TV Concert
Whilst touring in the US in 1975, Giant recorded this TV special at the Terrace Theatre, Long Beach, California.
9. Experience
10. Features from Octopus
11. Advent of Panurge
12. Funny ways

Format: .wv (image + cue) = 420 mb = Mega / pass = makina
Format: mp3 (320 kbps) = 185 mb = Mega / pass = makina

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